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7 de dezembro de 2012

Fechamento de lixões até 2014 divide opiniões

Especialista afirma serem precisos mais de duas décadas de altos investimentos para implantar aterros sanitários em todo o país


Por serem monitorados, os aterros sanitários causam impactos ambientais bem menores que os lixões 


Claudia Bianco - Com o fechamento do Lixão de Gramacho, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, em junho deste ano, questionamentos sobre a disposição de resíduos sólidos voltaram a ser debatidos. O lixo, antes levado para Gramacho, terá como destino a Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, na região metropolitana. Esta medida se enquadra na meta do Ministério do Meio Ambiente que prevê fechar todos os lixões do país até 2014.
Mas a meta é contestada por alguns setores da sociedade. Segundo o professor João Alberto Ferreira, do setor de Tecnologia de Aterro Sanitário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), serão precisos 20 anos de fortes investimentos para implantar aterros sanitários em todo o país.
– É difícil imaginar que daqui a dois anos não exista mais lixões no país. Apesar de o número de aterros vir crescendo em áreas metropolitanas, não é tão simples assim. Precisaria de muito dinheiro, recursos e capacitação técnica. Essa meta exigiria um enorme compromisso do governo e prazos da lei, do Ministério Público e dos órgãos ambientais. Talvez só daqui a duas décadas o Brasil chegue a ser um país de aterros sanitários – explicou.
Julio Cesar Santos, secretário-geral do Instituto Doe Seu Lixo, ONG que atua na questão social dos catadores, tem uma visão mais otimista. Para ele, a meta pode ser alcançada se houver investimento em políticas publicas e infraestrutura de gestão de resíduos em todos os municípios.
Para João Alberto Ferreira, a alternativa para o volume de lixo são os aterros sanitários aliados à coleta seletiva e educação da população.
— Os aterros são as alternativas mais baratas do ponto de vista de investimento e do próprio custo operacional, já que o Brasil é um país com área disponível. Ao mesmo tempo, trabalhamos a coleta seletiva sabendo que é um processo lento, que os municípios têm recursos limitados e continuamos com o processo de educação ambiental nas escolas. Essas instituições também têm a função de lutar contra o processo do consumo desenfreado. É um processo que a sociedade vai ter que compreender – analisou.
Mas, será que é possível aliar progresso econômicos à sustentabilidade? Para Julio Cesar, sim, mas é preciso comprometimento.
— Na ONG tentamos mostrar que é possível conciliar desenvolvimento, geração de empregos, aumento de renda e da qualidade de vida com a redução de impactos ambientais. É preciso que os setores público e privado invistam em novas tecnologias e em políticas públicas voltadas para a inclusão da população e da preservação e aprimoramento dos recursos naturais – afirmou.
Lixão x aterro sanitário
Uma das dúvidas mais frequentes sobre o tema é a diferença entre lixão e aterro sanitário. Para o professor João Alberto, chamar aterro sanitário de lixão é um desserviço, pois cria uma imagem pública errada.
Ele explica que aterros sanitários são obras de engenharia, projetados, construídos e operados como obras de engenharia. Lixão é uma área qualquer onde se joga o lixo sem cuidado, controle ou instrução. Os impactos ambientais causados pelos aterros são limitados, já que são áreas monitoradas. Já os impactos ambientais causados pelos lixões são imensos. Poluição, incêndios, fonte de vetores, mau cheiro e doenças cancerígenas são alguns dos exemplos.
Novos rumos em Gramacho
Após o encerramento do lixão, 1.600 catadores receberam indenização e o Governo prometeu cursos de capacitação profissional. Serão construídos cinco centros de triagem de resíduos sólidos no Rio de Janeiro e cerca de 1.500 postos de trabalho. Julio Cesar Santos, do Instituto Doe seu Lixo, sinaliza a importância da capacitação técnica para esses catadores.
— Com a capacitação, eles passam a entender sua importância na cadeia produtiva da reciclagem e a perceber que, além da questão ambiental, a reciclagem pode ser um bom negócio. Eles passam a produzir mais, podem aumentar sua renda e melhorar sua qualidade de vida – disse.
A área onde ficava localizado o lixão de Gramacho levará muito tempo para se recuperar. No local será instalada uma usina de biogás, que vai usar o metano produzido pela decomposição do lixo para fabricar gás. Esse material vai ser destinado à Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) para a geração de energia.
Fonte: Blog Elos de Cidadania

28 de novembro de 2012

Projeto Oxum Rio Ijexá 2012 premia personalidades

Prêmio Espelho D'Água é concedido para pessoas de destaque em diversas áreas 


A Superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), Lara Moutinho, será uma das pessoas que receberá o “Prêmio Espelho D’Água”, concedido pelo Ilê Axé Funmilayó Omi  Dun, através do Projeto Oxum Rio Ijexá 2012. Esta premiação tem o objetivo de homenagear seis pessoas de destaque  nas  áreas da Saúde, Educação, Mídia, Religiosidade, Ambiente e Cultura.

23 de novembro de 2012

Secretaria do Ambiente reforça programa de coleta seletiva e lança selo verde para condomínios do Rio


Segundo secretário do Ambiente, apenas 5% dos condomínios cariocas separam adequadamente seus resíduos para a reciclagem e o reaproveitamento

 Carlos Minc apresenta programa de coleta seletiva em encontro de síndicos cariocas (Foto: Larissa Amorim)

Aline Macedo - Recente levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que 42,7% das cidades do Brasil não têm nenhuma ação para separar material descartado. No Rio, a situação é ainda mais crítica. Segundo o secretário de estado do Ambiente, Carlos Minc, em palestra ministrada no 39° Encontro de Síndicos, apesar da população ser favorável à coleta seletiva, apenas 5% dos domicílios cariocas realizam a prática.

Durante o evento, promovido no dia 22 de novembro pela Associação Brasileira de Administradores de Imóveis (Abadi), o secretário lançou o selo verde e falou sobre o Pacto de Reciclagem, criado em 2010 em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). A iniciativa tem como objetivo mobilizar a população e aumentar a coleta seletiva e a reciclagem na capital do estado. 

Já o programa Coleta Seletiva Solidária atua em cinco linhas de ação diferentes e busca alcançar a população de forma abrangente. Para isso, oferece, inclusive, suporte técnico para síndicos que desejarem implantar a coleta seletiva em seus condomínios. 

Carlos Minc explicou que o programa faz a ponte entre os condomínios participantes e cooperativas de catadores. Assim, além de incentivar a sustentabilidade, também promove a geração de emprego e renda. 

Selo verde para condomínios

Para aqueles que quiserem dar um passo além, a SEA também tem um programa de apoio à coleta de óleo de cozinha, o Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove). Para premiar os condomínios que aderirem a ambos, a SEA, em parceria com a Abadi e a Secovi-Rio, desenvolveu o selo verde.

– O selo verde é um estímulo, com o qual a secretaria apoia e ajuda a organizar a coleta. Dá um pouquinho de trabalho, mas depois vai dar uma grande satisfação, além de ser um avanço no sentido da sustentabilidade – comemorou o secretário. 


Cores da reciclagem 

Você certamente já viu os cestos de lixo nas cores azul, verde, vermelho e amarelo e sabe que eles são destinados ao descarte de materiais recicláveis. Mas ainda há outras cores para diferentes resíduos que devem ser reciclados. 


Em 2001, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) criou a resolução n° 275, que estabelece um código de cores para os diferentes tipos de resíduos a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva. São elas:

- Azul (papel/papelão); 
- Vermelho (plástico); 
- Verde (vidro); 
- Amarelo (metal); 
- Preta (madeira); 
- Laranja (resíduos perigosos); 
- Branco (resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde); 
- Roxo (resíduos radioativos); 
- Marrom (resíduos orgânicos); 
- Cinza (resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação).


1 de outubro de 2012

Campanha Abrace essas Dez! chega às escolas

O Programa Elos de Cidadania levará informações sobre animais em extinção no Estado do Rio de Janeiro  para as salas de aula

O trabalho sobre a campanha nas escolas é uma das formas de disseminar a
importância dessas espécies (Foto: Larissa Amorim)

Jade Curvello - No último sábado, dia 22, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro ocorreu uma ação da campanha Abrace essas Dez!, que visa consicientizar alunos da rede pública sobre as espécies em risco na região fluminense. Para além do evento no sábado, o projeto nas escolas em que os cursos de educação ambiental do programa Elos de Cidadania está inserido. A discussão visa ressaltar a importância da preservação das espécies da fauna fluminense ameaçadas de extinção e será apresentada aos jovens e estudada nas salas de aula.

Segundo o articulador do programa em Areal, Alexandre Bello, a campanha Abrace essas Dez! foi recebida de forma empolgante pelos alunos e já está sendo realizada nas escolas. “Eles já estão preparando uma Ação Elos para desenvolver e levar a toda a sociedade a mensagem para abraçar as dez espécies ameaçadas”, revelou Alexandre.

Sobre a necessidade dos jovens conhecerem mais sobre esses animais, Bello afirmou: “Algumas das espécies existem na localidade de Areal, e é preciso conservá-las. As informações que os alunos adquirem no curso podem ser repassadas tanto para a família quanto para amigos e, dessa forma, estaremos construindo uma rede de conhecimento”.

A conservação tanto dos animais quanto do próprio ambiente é exaltada também pelos jovens. Lucas da Silva de 12 anos, aluno do pólo de Areal faz uma comparação interessante, e diz que “é como se os animais e o ambiente fossem um presente que nos foi dado, e por isso, precisamos cuidar deles. É necessário repassarmos isso também para a nossa comunidade”. 

26 de setembro de 2012

Elos chega às salas de aula do Estado

Alunos do programa Elos de Cidadania visitam exposição fotográfica no Rio de Janeiro para aprender mais sobre as espécies ameaçadas de extinção no território fluminense

Foto: Aline Macedo
Estudantes da Região Serrana vem ao Rio conhecer e aprender sobre as
espécies ameaçadas da Mata Atlântica (Foto: Aline Macedo)
Jade Curvello - A campanha Abrace essas Dez!, que busca sensibilizar a população do Rio de Janeiro com relação às espécies mais ameaçadas de extinção no estado, já começou a ser aplicadas em escolas da rede pública. Todavia, “o processo de extinção é lento e a recuperação das populações não é tarefa de governo apenas: é tarefa também da sociedade”, conforme a superintendente de Biodiversidade e Florestas da Secretaria de Estado do Ambiente, Alba Simon.

Os cursistas do programa de educação ambiental Elos de Cidadania que participaram da campanha neste sábado (22) já entenderam, na opinião dos organizadores, a mensagem do projeto. Vindos de várias cidades da Região Serrana, área sujeita a acidentes e desastres naturais, eles foram ensinados sobre o poder que têm para interferir sobre o seu entorno.

“Conversei com os meus tios e dei umas ideias para a casa deles, para não construírem num lugar que vá deslizar”, contou Erick Nogueira, aluno da Escola Municipal Professor Josemar Contage, de Petrópolis.

Durante o evento, os visitantes participaram de várias oficinas, viram a exposição das 15 fotos vencedoras do concurso Abrace Essas Dez e descobriram como eles podem ajudar a reverter o processo de extinção. Um exemplo citado pelo biólogo Alessandro Terra é o do lagarto-branco-da-areia: bugres da praia de Massambaba, Região dos Lagos, costumam passear pela areia e, com isso, vêm dizimando a espécie.

“Existe toda uma necessidade de proteção daquela área, de um trabalho junto aos bugreiros de que não se passa de bugre na areia, ou seja, de modificação de um hábito histórico”, finaliza Alba.

14 de setembro de 2012

Ambiente em Ação ajuda mutirão a limpar praia

Evento para comemoração do Dia Mundial da Limpeza reúne voluntários, inclusive membros do projeto Ambiente em Ação, para conscientização ambiental


Pina Bastos - No próximo dia 15, sábado, será comemorado mais um Dia Mundial da Limpeza. Pela décima vez, empresas privadas e órgãos públicos de todo o planeta organizarão atividades para coleta de plástico e lixo reciclável em praias e rios. Com os 125 países participantes, a expectativa é que cerca de 35 milhões de pessoas em todo o globo sejam mobilizadas para participarem das ações nos seus respectivos países e cidades.

Para este ano, a novidade no Rio de Janeiro é a participação do Ambiente em Ação, projeto da Superintendência de Educação Ambiental, com a participação de adolescentes, jovens e do líder comunitário do Salgueiro, Leonardo Correa, um dos maiores incentivadores do programa na comunidade.

No Brasil, o Clean Up The World, como é conhecido internacionalmente, teve início em 2003 na praia de Copacabana, com 200 voluntários e 28 mergulhadores. Em 2012, o evento acontecerá em pelo menos 40 localidades distintas de todo o país, que juntas contam com 15 mil voluntários.

Para as ações de limpeza das praias, os voluntários receberão sacolas de plástico reciclado, luvas e uma ficha de coleta, na qual o lixo será quantificado e qualificado, o que possibilitará futuras pesquisas e análises dos resíduos e microlixos encontrados. Além disso, parte do material recolhido irá para cooperativas e instituições de reciclagem.

Com todas essas atividades, os organizadores e idealizadores do evento visam colher o maior número possível de materiais plásticos e recicláveis, bem como aumentar o número de voluntários e conscientizar a população para uma gestão melhor dos resíduos, diminuindo, assim, o impacto ambiental e promovendo a geração de renda.


Mais informações:
Coordenação Seam: (21) 2334-5899
Assessoria de Imprensa: (21) 2334-0184



Visite a página do programa no Facebook: /ambienteemacao

4 de setembro de 2012

Ibama estabelece normas de uso de pilhas

A partir de agora fabricantes são obrigados a informar, nas embalagens e manuais, sobre regras para o descarte desses produtos


Carlos Henrique da Silva - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama) estabeleceu, neste dia 4, por meio da Norma Instrutiva número 8,
uma série de regras sobre a fabricação, o uso e descarte de pilhas e baterias.
A decisão prevê algumas condições para o descarte, transporte, reciclagem e o
acondicionamento desse material. O documento também submete os fabricantes
e importadores a elaborarem anualmente um relatório que informe sobre os
procedimentos adotados durante o processo.

Com isso, os fabricantes também terão que informar, nas embalagens e manuais
de pilhas e baterias, sobre a adaptação às novas regras estabelecidas pela
norma. De agora em diante, o material em questão terá que ser descartado
em coletas seletivas próprias, e jamais em lixos comuns. O texto ressalta, também,
a necessidade de utilizar elementos simbólicos para sinalizar os locais
proibidos ao descarte de pilhas e baterias. A letra “x” sobre uma lixeira, por
exemplo, indica a inadequação desse recipiente para receber o material.

Estudos já comprovaram que algumas substâncias contidas nas pilhas e baterias
–mercúrio, cádmio, chumbo, zinco-manganês e alcalino-manganês – são
responsáveis por doenças graves como anemia, problemas neurológicos e até o
desenvolvimento de câncer.

A Norma Instrutiva número 8 está publicada na Seção 1, páginas 153 e 154
do Diário Oficial.


9 de maio de 2012

Concurso de vídeos ambientais UERJ

Para antecipar os debates da Rio+20, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) promove um concurso de vídeos ambientais voltado ao público em geral: o I Festival Curta na Uerj. O objetivo é abrir espaço a produções em vídeo e animação, revelando talentos e contribuindo para a mobilização sobre questões ambientais.

20 de março de 2012

LANÇAMENTO DO LIVRO "CULTURA É NATUREZA", DE LARA MOUTINHO

Será lançado nesta quinta-feira, dia 22/03, o livro “Cultura é natureza”, escrito pela nossa superintendente Lara Moutinho.

Na obra, Lara quebra o modelo cientificista ocidental de pensar o ambiente – conhecido pela separação entre o homem e a natureza. Para isso, faz uma análise histórica de como os paradigmas do ocidente se formaram e para onde eles nos levaram, apresentando um resumo histórico do estado do Mundo no século XXI e as duas principais formas de se pensar e agir sobre o mundo na atualidade: o das tribos urbanas ligadas as civilizações urbanoindustriais e o dos povos e comunidades tradicionais mais ligadas aos ambientes rurais. O objetivo é construir uma nova visão de mundo, mais integrada e apoiada sobre os alicerces da sustentabilidade e da justiça social.

O lançamento será conjunto ao do livro “Água: o ouro azul”, escrito por Fatima Casarin e Mônica dos Santos (ambas também da SEA). Nesta obra, as autoras discutem a importância da água para a vida no planeta e o bem-estar social. Além disso, elas mostram como a sociedade atual vem utilizando este recurso de maneira incorreta e aponta possíveis soluções para esse problema.

As duas obras fazem parte da Coleção Desafios do Século XXI, da editora Garamond. Além de escrever um dos volumes, Lara Moutinho foi também a coordenadora da coleção, que apresenta oito volumes, cada um dos quais aborda um dos temas específicos identificados como os principais desafios ambientais do século XXI: água, biodiversidade, energia, mudança climática, consumo, uso da terra, saúde ambiental e destruição da diversidade étnica, com extinção de povos e culturas.

Todos estão convidados para o evento, que acontece na Livraria Saraiva do Leblon, a partir das 19 horas. O endereço é Rua Ataúlfo de Paiva, 1371. Até lá!

13 de fevereiro de 2012

OFICINAS DE RECICLAGEM EM RITMO DE CARNAVAL

O artista Guilherme de Vasconcelos, integrante da equipe SEAM, produziu na última semana duas oficinas de reciclagem com um foco mais do que apropriado para a época: o carnaval!

Na sexta-feira, dia 10/02, Guilherme esteve no Morro da Formiga a convite do PAC Social Municipal. Na oficina, mulheres e crianças aprenderam a utilizar materiais descartáveis na confecção de máscaras de carnaval. Cada participante saiu com a sua máscara para curtir o carnaval com estilo e consciência ambiental!

No sábado foi a vez do Posto 9, em Ipanema, receber a oficina. Guilherme incluiu sua oficina em parceria com o projeto “Do Leme ao Pontal com Educação Ambiental”, do INEA. Essa iniciativa está desde janeiro percorrendo as praias do Rio de Janeiro disseminando ideais de sustentabilidade e oferecendo oficinas de reciclagem.

Confira fotos de ambas as oficinas no nosso Picasa, clicando aqui.

16 de janeiro de 2012

Abrindo o Jogo na casa de Pacheco Leão

O Núcleo de Educação Ambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro oferece aos visitantes programação especial de férias, com atividades lúdicas elaboradas durante seus 20 anos de atuação.

De 9 de janeiro até o Carnaval, visitantes de todas as idades podem se divertir e aprender sobre o meio ambiente com os jogos e outras atividades interativas do Laboratório Didático do NEA/JBRJ. Criar o "rio dos seus sonhos", brincar de jogo da memória sobre os biomas brasileiros e montar painéis com ímãs tendo como tema os recifes de coral são algumas das atrações.

Leia mais

23 de novembro de 2011

VII Fórum de Educação Ambiental

VII FORUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Redes, conexões e nexos: relações entre epistemologia e política

DIA 30 DE NOVEMBRO

A realização das oficinas ocorrerá nas salas da Faculdade de Educação da UERJ no 12º andar.

A mesa redonda ocorrerá na RAV122 - 12° andar.

Obs: A participação na oficina 1 (A vivência acerca da ancestralidade) requer que o aluno traga os seguintes materiais: um pano ou canga para sentar no chão; um pano branco ou de cor clara de tecido maleável na forma de um xale com aproximadamente 1,40 m x 0,70cm; uma tesoura.

Doação opcional: 1kg de alimento não perecível.

Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Educação
Campus Francisco Negrão de Lima – Maracanã
Av. São Francisco Xavier, 524
12° andar – Sala 12.005 – Bloco F
CEP: 20550-900 – Rio de Janeiro – RJ

Coordenação:
Prof.ª Dr.ª Elza Maria Neffa Vieira de Castro
Prof.ª Dr.ª Fátima Teresa Braga Branquinho

Comissão Executiva:
Liliane Machado
Maria Lúcia Sirena
Mayara de Sousa Modesto de Britto

Informações:
Secretaria do Núcleo de Referência em Educação Ambiental – NUREDAM/UERJ
Telefones: 2334-0824
Horário de atendimento de 11:00h às 17:00h

VENHA PARTICIPAR!!

21 de novembro de 2011

DEU NA MÍDIA: ABERTURA DA GINCANA RIO CONTRA A DENGUE

O Governo do Estado lançou, neste sábado (19/11), na Cidade de Deus, a I Gincana 10 Minutos Contra a Dengue, que tem por objetivo mobilizar a população em ações de combate à doença. Cerca de 300 moradores da comunidade pacificada de Jacarepaguá participaram das atividades. Além da Cidade de Deus, a gincana aconteceu simultaneamente nas UPPs do Andaraí, na Tijuca; Chapéu Mangueira/Babilônia, no Leme; e Escondidinho/Prazeres, em Santa Teresa.

18 de novembro de 2011

GINCANA RIO CONTRA A DENGUE

Neste sábado começa a Gincana Rio Contra a Dengue, que vai realizar ações em mais de dez comunidades do Rio de Janeiro. As ações de amanhã serão realizadas nas comunidades do Andaraí, Chapéu Mangueira/Babilônia, Cidade de Deus e Escondidinho/Prazeres.

O objetivo da campanha é instruir a população das unidades de Polícia Pacificadora a cuidar do ambiente em que vivem e usarem 10 minutos de sua semana para checar os possíveis focos de dengue no lugar onde vivem.

Curtam a página da gincana no facebook para saberem mais sobre a campanha e receberem atualizações sobre o seu andamento. Clique aqui para acessar a página (você deve estar logado no facebook).

17 de novembro de 2011

DAMARÉ NA RÁDIO CBN

Vai ao ar neste sábado, às 10h30, na rádio CBN, o programa Universidade no Ar, que a cada semana apresenta um rádio jornal diferente produzido pelas principais faculdades de comunicação do Rio de Janeiro. Nesse final de semana, a atração veiculada será o Radioatividade, programa elaborado pelos estagiários e alunos do professor Marcelo Kischinhevsky na UERJ. O tema abordado por eles será o projeto DAMARÉ, aqui da SEAM.

O projeto, que acontece desde 2010 no Complexo da Maré, traz o componente da educação ambiental e da comunicação social para dentro do programa de revitalização, urbanização e recuperação ambiental do Canal do Fundão. Entre as diversas ações que são levadas a frente, podemos destacar o EDUMARÉ, um elo do programa que já conta com aproximadamente 40 agentes socioambientais formados na comunidade. Estes agentes atuam promovendo desenvolvimento local e cultural, maior participação na gestão ambiental por parte dos moradores e o cuidado com o ambiente nas áreas mais vulneráveis.

Os interessados em ouvir o programa ao vivo podem sintonizar os seus rádios na CBN, nas freqüências 90,5 FM ou 860 AM. Aqueles que tiverem compromisso no sábado de manhã podem ter acesso ao programa depois, através do AudioLab no Radiotube, onde o programa estará disponível para reprodução e download. Clique aqui para ter acesso ao link.

E quem quiser saber mais sobre o Edumaré, é só adicionar o perfil deles no facebook. Basta acessar o site de relacionamentos e pesquisar por Curso Edumaré.

3 de novembro de 2011

CIRCUITO LAGOS DE SÃO JOÃO REÚNE EDUCADORES AMBIENTAIS

Acontecerá neste mês de novembro, nos dias 7, 8 e 25, o Circuito Regional de Educação Ambiental Lagos São João. O evento será dividido em três etapas, cada sediada por uma cidade diferente da Região dos Lagos e da Bacia do Rio São João, e visa reunir os educadores ambientais da área.

A primeira etapa, no dia 7, será em Cabo Frio. Na data, ocorrerão apresentações do evento e quatro oficinas, com os temas: Projetos de Licenciamento Ambiental, Cinema Possível, Educação Ambiental através da Contação de Histórias e Confecção de Livros e Peculiaridades Ecológicas de Cabo Frio.

No dia seguinte, em Búzios, acontece a segunda etapa. Nossa superintendente, Lara Moutinho, estará presente para uma roda de conversa na qual falará sobre o programa Agenda 21 Escolar. Na discussão, que envolverá ainda os temas de agroecologia e Rio +20, estarão presentes também Carlos Henrique, representante da Escola da Mata Atlântica – Aldeia Velha, e Jacqueline Guerreiro, da Rede Estadual de Educação Ambiental do Rio de Janeiro.

Arraial do Cabo encerra o circuito com a terceira etapa no dia 25. Para o dia, estão programadas uma palestra - sobre a formação do educador ambiental - e mais uma mesa de debates. Mais informações no flyer acima e no site oficial do Comitê de Bacias Lagos São João, clicando aqui.

20 de outubro de 2011

Grupo de Monitores Socioambientais do Edumaré na Feira da Teixeira

A equipe de monitores socioambientais do projeto Edumaré estará neste sábado, dia 22, na Feira da Teixeira, no Complexo da Maré, mobilizando a população acerca do cuidado com o ambiente para uma melhor qualidade de vida. Eles passarão à população informações sobre a dengue, zoonoses, DST´s (doenças sexualmente transmissíveis) e uso de drogas. A ação faz parte do programa de educação ambiental que vem sendo desenvolvido pela SEAM/SEA desde 2010 na comunidade - projeto Damaré.

Para os interessados, a Feira da Teixeira acontece na Rua Teixeira Ribeiro, Nova Holanda, no Complexo da Maré. O evento começa às 9 horas da manhã e vai até 13 horas da tarde. Não percam!

17 de outubro de 2011

Estudantes aprendem a preservar o ambiente com aula prática e divertida

O site In360, do portal globo.com, publicou na última sexta-feira uma matéria sobre uma escola em Nova Friburgo que resolveu ensinar Educação Ambiental de maneira prática e divertida - a melhor estratégia para um aprendizado eficiente.

Confira a matéria e o vídeo clicando aqui.

6 de outubro de 2011

PROGRAMA VOLUNTARIADO ICMBio


O Instituto Chico Mendes implementou em 2009 o Programa de Voluntariado, regulamentado a partir da Instrução Normativa nº 03/2009. O objetivo é incentivar a participação da sociedade e aproximá-la da gestão das áreas protegidas e da conservação da biodiversidade, por meio do trabalho voluntário em Unidades de Conservação Federal e Centros de Pesquisa e Conservação.

Leia mais no site do instituto: http://www.icmbio.gov.br/servicos/seja-um-voluntario