25 de março de 2014

Dia da Água no Piscinão de Ramos

A conscientizaçao ambiental através de atividades de lazer foi a forma escolhida para celebrar essa data no bairro de Ramos


Além das oficinas o público se divertiu com a apresentação
de  palhaços - Foto Larissa Amorim/comunicaSeam
Bárbara Cruz - No sábado, 22/3, foi comemorado o Dia Mundial da Água. Em homenagem a essa data, a Secretaria Estadual do Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram diversas atividades no Piscinão de Ramos, zona norte do Rio de Janeiro, com intuito de alertar a população sobre o tema. O evento começou às 10 horas e contou com apresentação de teatro para as crianças, abordando a importância da água e os cuidados necessários para preservá-la. As tendas montadas chamaram a atenção de quem passava no local. 


Agentes socioambientais do eixo Campanhas, do Programa Ambiente em Ação da Superintendência de Educação Ambiental (Seam), ofereceram oficinas com reaproveitamento de tecidos, desenho e compostagem, além de folhetos explicativos sobre as ações e objetivos do próprio Programa.

A Semana da Água começou no dia 15/3 no Morro da Providência e foi finalizada no Piscinão de Ramos, na própria data em que é comemorado mundialmente o Dia da Água (22/03). A programação contou com palestra, debates, projeções de filme em diversos locais. O Parque Estadual da Serra de Concórdia, em Valença, o auditório do Inea, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Parque Madureira foram alguns dos lugares contemplados com as ações.

Teresinha Miranda, técnica do Inea, falou sobre a importância do evento:  “Estamos há uma semana nas ruas fazendo oficinas de reaproveitamento com garrafas pet, exposições de arte sustentável, apresentações teatrais, entre outras coisas, para mostrar à população que o cuidado com a água é importante, que o lixo reaproveitado não vai para o esgoto. Essas atividades são realizadas com o objetivo de despertar o interesse da comunidade. Primeiro é necessário sensibilizar as pessoas para que depois seja possível alcançar o grau de conscientização”, concluiu.


Veja as fotos na Fan Page do Programa Ambiente em Ação:


21 de março de 2014

Secretaria do Ambiente lança projeto de educação ambiental para preservação de Rios de São Gonçalo

Cerca de 300 estudantes irão monitorar a qualidade de rios e acompanhar as obras de saneamento que beneficiarão a Baía de Guanabara


O coord. geral do Psam, apresenta o projeto de 100 km de
  rede coletora de esgoto que será construída em São Gonçalo
Steven McCane A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) lançou, no dia 17 deste mês, o projeto Aguadeira Rio Alcântara que irá orientar cerca de 300 alunos de dez escolas públicas da região de São Gonçalo a preservar a Bacia Hidrográfica do Rio Alcântara. O evento aconteceu no auditório do Centro Cultural Joaquim Lavoura e contou com a participação de representantes de associação de moradores, movimentos sociais e gestores de escolas.

O Projeto Aguadeira, que faz parte do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía (Psam), da SEA, tem como objetivo mobilizar as comunidades da Bacia do Rio Alcântara no acompanhamento das obras de saneamento da região de São Gonçalo que incluirão a implantação de 100 km de rede coletora de esgoto, construção de nove elevatórias e de uma estação de tratamento de esgoto (com capacidade para tratar 800 litros de esgoto por segundo), beneficiando cerca de 220 mil habitantes. Os investimentos para as obras são de R$ 300 milhões, sendo R$ 213 milhões financiados pelo BID e R$ 87 milhões oriundos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam).

“É preciso despertar nas crianças a percepção de que elas fazem parte do meio ambiente ao seu redor, que, na verdade, naquele valão ao lado da sua casa existe um rio que é de grande importância para toda a comunidade. Por isso, junto com as obras de saneamento dos municípios do entorno da Baía, estamos fazendo também um trabalho de conscientização ambiental para que nossa juventude saiba que é possível a recuperação do meio ambiente através da preservação dos rios.”, declarou o secretário estadual do Ambiente, Indio da Costa.

O Aguadeira Rio Alcântara vai atuar em duas frentes de trabalho: com a comunidade escolar, alunos e professores que serão capacitados para monitorar a qualidade ecológica dos rios; e com seus familiares e as associações comunitárias representativas da sociedade local, público esse que será envolvido através das questões abordadas pelos alunos e professores, como, por exemplo, no apoio a fiscalização das faixas marginais de proteção de rios.

Dentro da iniciativa ainda estão previstos a realização de quatro eventos que buscam fortalecer a Política de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado do Rio de Janeiro com o apoio de entidades ambientalistas, prefeituras e usuários de água. Os cursos oferecidos às escolas atenderão estudantes do 1º grau do ensino público por um período de quatro meses, quando realizarão pesquisas de campo nas margens dos rios e análise de amostras de invertebrados para se definir a condição ambiental do curso hídrico.

O projeto é uma ampliação do Programa Agenda Água na Escola, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que já passou por sete regiões hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro. Divulgados após as medições, os resultados das análises ficam disponíveis na plataforma de dados do site do programa.

Fonte: SEA

17 de março de 2014

Morro da Providência cedia comemorações pela Semana da Água


Crianças conhecem quais são as dez espécies ais ameaçadas
de extinção - Foto Larissa Amorim/ComunicaSeam
Leslie Assis - A abertura da Semana da Água aconteceu no sábado (15/3), na comunidade pacificada da Providência, Centro do Rio. Foram oferecidas oficinas gratuitas de reaproveitamento de materiais recicláveis, orientações de combate à dengue, atividade de compostagem, e disposição adequada do lixo pelos agentes socioambientais da superintendência de Educação Ambiental (Seam/SEA) e agentes do Jardim Guaratiba e de Nova Sepetiba capacitados pelo Inea. A programação contou ainda com aula  de muay thai, apresentação de capoeira e  teatro.

Os moradores aprenderam transformar lacres de latas de alumínio em pulseiras, retalhos de tecido - a partir do fuxico, em  acessórios como bijuterias e broches e garrafas pet em flores.  

O Educador Socioambiental da Seam/SEA, Guilherme Batista, apresentou a criançada quais são as dez espécies mais ameaçadas em extinção, através da exposição dos animais em miniaturas feitos a partir de material reciclado.

A secretaria do Ambiente também promoveu a Campanha 10 Minutos Contra a Dengue que tem por objetivo mobilizar a população em ações de combate ao mosquito transmissor da doença.  Além disso, cerca de 30 brigadistas mirins, alunos da Escola Municipal Licídio Cardoso, no bairro da Saúde, e integrantes do Centro Cultural de Capoeira Ventre Livre deram um show .

Os brigadistas são jovens que moram nas comunidades pacificadas capacitados pela SEA  e pelo Inea para atuarem na mobilização dos moradores em ações que visam ao combate da dengue. Desde 2012, a SEA e o Inea já capacitaram mais de 370 crianças e adolescentes entre dez e 15 anos, em ações para combater e prevenir o mosquito transmissor da dengue.

Assista ao vídeo: http://tinyurl.com/m3uexz5

SEA lança projeto de educação ambiental em São Gonçalo  

As obras de saneamento que beneficiará a Bacia Hidrográfica do Rio Alcântara será monitorada e acompanhada também pelos estudantes

O Psam visa sanear 80% das águas da baía até 2016

A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) lançará, nesta segunda-feira (17/03), o projeto Aguadeira Rio Alcântara que instruirá mais de 300 alunos de dez escolas públicas na preservação de rios da Bacia Hidrográfica do Rio Alcântara, em São Gonçalo, entorno da Baía de Guanabara.


O objetivo do projeto Aguadeira Rio Alcântara é mobilizar as comunidades do entorno da Baía no acompanhamento das obras  do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara (Psam) – parte do Plano Guanabara Limpa.

O Aguadeira Rio Alcântara vai atuar em duas frentes de trabalho: com a comunidade escolar, alunos e professores que serão capacitados para monitorar a qualidade ecológica dos rios; e com seus familiares e as associações comunitárias representativas da sociedade local, público esse que será envolvido através das questões abordadas pelos alunos e professores bem como pela equipe de trabalho.

 O evento terá apresentação e debate dos projetos de educação ambiental e dos projetos de saneamento com a participação de gestores das escolas beneficiadas pelo programa, de ONGs e autoridades locais. 


Fonte: SEA

14 de março de 2014

Morro da Providência terá oficinas de reaproveitamento de material reciclável  no sábado

Evento abre as comemorações pela Semana da Água




A Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) participam neste sábado (15/3), da abertura da Semana da Água, na comunidade pacificada da Providência, no Centro do Rio, com oficinas de reaproveitamento de  materiais recicláveis e de orientações de combate à dengue.

Nas oficinas, os moradores da Providência poderão aprender como transformar lacres de latas de alumínio em pulseiras, retalhos de tecido - a partir do fuxico (técnica que utiliza retalhos, linha, um molde redondo, agulha, tesoura e criatividade para decorar o que imaginação permitir)  - em  acessórios como bijuterias e broches e garrafas pet em flores e pulseiras forradas com retalhos de tecidos. As oficinas serão oferecidas por agentes ambientais de Jardim Guaratiba e de Nova Sepetiba, capacitados pelo Inea em técnicas de reaproveitamento  de materiais recicláveis.

A secretaria também irá promover a Campanha 10 Minutos Contra a Dengue que tem por objetivo mobilizar a população em ações de combate ao mosquito transmissor da doença. A campanha consiste em mobilizar os moradores  para que destinem dez minutos do seu tempo, por semana, para buscar e eliminar possíveis focos do mosquito Aedes aegypti em sua residência.  Além disso, cerca de 30 brigadistas mirins, alunos da Escola Municipal Licídio Cardoso, no bairro da Saúde, no Centro do Rio, farão apresentação de capoeira.

Os brigadistas mirins são jovens que moram nas comunidades pacificadas capacitados pela SEA  e pelo Inea para atuarem na mobilização dos moradores em ações que visam ao combate da dengue. Desde 2012, a SEA e o Inea já capacitaram mais de 370 crianças e adolescentes entre dez e 15 anos, em ações para combater e prevenir o mosquito transmissor da dengue.

Fonte: Sea

13 de março de 2014

O Programa Elos de Cidadania traz professor e pesquisador em Educação Ambiental de Cuba para realização de workshop gratuito

Processos participativos de construção de políticas ambientais foi o tema do curso

  
O sucesso do curso foi a troca de  experiências que  trocamos, 
disse o professor  -  Foto: Larissa Amorim (ComunicaSeam)
Bárbara Cruz - Hoje, 13/3, foi o último dia do curso Processos Participativos de Construção de Políticas Ambientais, ministrado pelo *Prof. Jesus Jorge Perez Garcia, professor de Geografia da Universidad Pedagogica de Pinar del Rio (Cuba) e auditor do Ministerio Provincial de Medio Ambiente de Pinar del Río. 

O evento aconteceu de 11 a 13 de março, na UERJ, e todas vagas disponíveis foram preenchidas. O foco do curso foi voltado para o trabalho feito com as comunidades e o respeito pelo direito de todos participarem da construção de políticas ambientais. O tema abordado possibilitou a troca de experiências entre Brasil e Cuba, por meio de um estudo das estratégias ambientais dos dois países.

Jesus Jorge Perez elogiou os profissionais do Brasil mas percebe a diferença na forma de aplicar o conteúdo. Em seu país, tanto professores, camponeses, alunos, quanto aqueles que conhecem a educação ambiental são ouvidos e a partir daí entram em um consenso em relação às principais medidas que devem ser adotadas. “Em Cuba, as  políticas do governo são dirigidas para as comunidades. A condução da educação ambiental é feita com um trabalho coletivo”, afirmou. Dessa forma, todos acompanham o processo de mudança, e isso faz com que as pessoas saibam o que é bom para a comunidade e percebam que elas fazem realmente parte da construção de um futuro melhor.

O professor avaliou essa oportunidade como única, devido a troca das experiências entre diferentes culturas. “No mundo hoje, o importante é o trabalho de muitas pessoas especializadas em diferentes temas. O meio ambiente é um assunto muito complexo que precisa da cooperação de todos. Temos que encontrar o equilíbrio, buscar as experiências de cada local e fazer uma mistura para ter um melhor avanço nesse trabalho”, concluiu.

*O Prof. Jesus Jorge Perez Garcia é professor de Geografia da Universidad Pedagogica de Pinar del Rio (Cuba) e auditor do Ministerio Provincial de Medio Ambiente de Pinar del Río. Coordenador da Red de Formacion Ambiental de Pinar del Rio – Cuba. Desenvolve pesquisas que analisam a dimensão ambiental nos processos de gestão. Possui trabalhos e publicações relacionados a educação popular, metodologias participativas e inclusão educacional.

12 de março de 2014

Curso de capacitação do Programa Coleta Seletiva Solidária para gestores 



Hoje (12/03), termina o seminário de capacitação de gestores e técnicos dos serviços municipais de coleta seletiva, no auditório da Secretaria Municipal de Ação comunitária, em Volta Redonda. Nove municípios participam do curso promovido pela equipe do Instituto Estadual do Ambiente - INEA.



O curso teve duração de dois dias e foi oferecido a todos os municípios dos arranjos territoriais I e II, mesmo os que não estão incorporados ao Programa Coleta Seletiva Solidária RJ - PCSS, fornecendo ferramentas, conceitos e estratégias para instrumentalizar e apoiar os gestores na melhoria da qualidade de gestão de resíduos.


O evento é de acordo com a Lei do Programa Nacional de Coleta Seletiva, que obriga os municípios a implantarem até AGOSTO/2014 o programa de coleta seletiva para terem direito aos recursos do ICMS VERDE.


15 de janeiro de 2014

Resposta à reportagem "Um macumbódromo para o Rio", enviada à revista IstoÉ




No último sábado, nós da Seam/SEA fomos surpreendidos pelo título preconceituoso de uma matéria da revista IstoÉ sobre o Espaço Sagrado que estamos construindo junto com a UERJ, a UFRJ e os povos e comunidades de terreiro. 

Já não é de hoje que a grande mídia hegemônica reproduz e incentiva o racismo, a desigualdade e a exclusão, mas não podemos ficar calados e deixar que se construa humor e sensacionalismo em cima da difamação e degradação de um grupo social. Em resposta, enviamos à revista o texto abaixo. 

Prezados editores,

A Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro manifesta seus profundos descontentamento e surpresa com o uso da palavra "macumbódromo" no título da reportagem "Um macumbódromo para o Rio", publicada na edição de 10 de janeiro de 2014 da IstoÉ.

O termo "macumba", embora ainda seja largamente utilizado para tratar das diversas crenças e práticas religiosas trazidas da África ao Brasil pelos escravos negros -- como a Umbanda e o Candomblé --, carrega forte tom pejorativo e racista. É mais uma herança infeliz de nosso passado escravocrata que sobrevive até os dias de hoje, junto às outras diversas facetas do racismo com que a população afrodescendente é obrigada a conviver, como a perseguição, a exclusão e o subemprego. Por esse motivo, os próprios movimentos contra o racismo e a intolerância religiosa já há anos descartaram o termo e não se identificam com ele, escolhendo ser tratados por "umbandistas" e "candomblecistas" -- e não "macumbeiros" -- e tratar os elementos que oferecem aos Orixás como "oferendas" -- e não "macumbas".

O texto e o tom da reportagem de Mariana Brugger se mostram muito positivos, apresentando o projeto não apenas como uma solução técnica, mas como uma questão política -- o que, para nós que trabalhamos junto a grupos e movimentos sociais, é de extrema valia. O reconhecimento do Espaço Sagrado a partir de uma perspectiva de luta por direitos e do interesse dos religiosos de matriz afro-brasileira na preservação do ambiente, conforme retratados pela repórter, são os valores e objetivos com que trabalha o programa Ambiente em Ação, no qual se insere a implementação do Espaço Sagrado da Curva do S, abordado pela revista. Infelizmente, porém, esse mesmo cuidado não foi verificado na escolha do título.

Acreditamos que o ocorrido seja uma oportunidade educativa, e que seria extremamente benéfica a divulgação dessa informação aos leitores da IstoÉ, que desde sua fundação em 1976 se compromete com a democracia, os direitos humanos, a pluralidade e o espírito crítico. Solicitamos, portanto, a publicação desta nota em sua integralidade.

Atenciosamente,

Lara Moutinho da Costa
Superintendente de Educação Ambiental
Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro.

18 de dezembro de 2013

Projeto do Espaço Sagrado será apresentado ao público

Secretaria de Estado do Ambiente homenageia Mandela e apresenta à população ações de combate à intolerância religiosa e ao racismo ambiental


O Largo da Carioca, no Centro do Rio de Janeiro, será palco nesta quinta-feira, dia 19/12, às 10h, de uma homenagem da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) ao líder sul-africano Nelson Mandela por sua luta pela liberdade e igualdade de direitos, e contra toda forma de discriminação.

O secretário Carlos Minc apresentará a maquete do primeiro Espaço Sagrado público voltado para religiões de matriz africana, que está sendo criado na área conhecida como Curva do S, no Alto da Boa Vista, área externa do Parque Nacional da Tijuca (PNT).


Há mais de 15 anos, as religiões de matriz africana reivindicam o direito de continuar utilizando o espaço da Curva do S – que não pertence ao PNT mas está sob sua influência legal - para depositar suas oferendas, já que a água e a floresta são elementos essenciais para o candomblé e a umbanda.

Além da intervenção arquitetônica na área, a partir da inauguração do Espaço Sagrado os visitantes - religiosos ou não (inclusive turistas) - passarão a receber orientações, serão implementados a  coleta regular e o tratamento de resíduos religiosos, assim como ocorrerão eventos culturais e oficinas educativas naquele espaço.

A intervenção prevista na Curva do S será mínima, prevalecendo o principal valor: a natureza local. O conceito é do acesso universal e para tal, serão construídas rampas para facilitar o acesso de idosos e cadeirantes.

A implantação do Espaço Sagrado se insere no âmbito da gestão compartilhada do PNT entre o poder público federal, estadual e municipal, em um diálogo com as lideranças religiosas articulado pelo Programa Ambiente em Ação/Elos da Diversidade.

O Programa, da Superintendência de Educação Ambiental da SEA, articula lideranças dos povos e comunidades de terreiro do Estado do Rio de Janeiro – reunidas no Conselho de Guardiões do Sagrado e da Natureza - para resgatar saberes tradicionais e promover ações que garantam a diversidade cultural e biológica.



Fonte: ComunicaSeam

13 de dezembro de 2013

Programa Estadual de Educação Ambiental (ProEEA) do Rio de Janeiro é apresentado em audiência pública

Após um processo de elaboração e discussões iniciado em 2009, que mobilizou centenas de educadores, será apresentado em audiência pública o texto final do Programa Estadual de Educação Ambiental (ProEEA) do Rio de Janeiro



O Estado do Rio de Janeiro está mais próximo de ganhar um Programa Estadual de Educação Ambiental (ProEEA), que visa orientar o conjunto das políticas públicas de Educação Ambiental para o Estado. Hoje, 13 de dezembro, será apresentada na SEEDUC, em audiência pública, a versão final do texto do ProEEA que vem sendo construída desde 2009. Após ter o seu conteúdo aprovado nesta audiência pública e no Conselho Estadual de Meio Ambiente (Conema),  o Programa entrará em vigor.

O Programa é fruto de um processo político e institucional que começou com a criação da  Lei nº 3.325, em 17/12/1999, que instituiu a Política Estadual de Educação Ambiental e constituiu como responsável pela criação do Programa o Grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental (GIEA).

Como responsável pela condução desse processo, o GIEA iniciou o processo de criação coletiva do Programa com a elaboração de um texto base em 2009, que foi discutido de 2010 a 2011 por mais de 400 educadores do Estado do Rio de Janeiro, através de oito seminários regionalizados, envolvendo os 92 municípios do Estado.

Nesse processo, o texto recebeu várias emendas, muitas das quais, após serem analisadas pelo GIEA, foram incorporadas à versão final do Programa que será apresentada hoje. 

Entre as principais diretrizes estabelecidas na versão final do ProEEA, se encontram: a participação e o controle social;  a descentralização, territorialização e compartilhamento; o respeito e a valorização da diversidade cultural; o respeito e cuidado a todas as formas de vida; a transversalidade;  o fortalecimento da Educação Ambiental no Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA); o fortalecimento da Educação Ambiental no sistema de ensino público, gratuito e laico, e a transparência.

Participaram da construção do Programa a Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (SEAM/SEA), a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), a Rede Estadual de Educação Ambiental (REARJ), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (CJRJ).

Fonte: ComunicaSeam

9 de dezembro de 2013

Moradores de Teresópolis ganham kits para orientar evacuação em caso de desastres naturais


Os monitores socioambientais passaram de casa em casa
entregando os kits na mãos nos moradores
Foto: Larissa Amorim/ComunicaSeam
Leslie Assis - Os monitores socioambientais do Programa Mãos a Obra, participaram no último sábado (06/12), da Caminhada pela Vida, promovida pela Superintendência de Educação Ambientel da Secretaria de Estado do Ambiente (Seam/SEA), em Teresópolis. O objetivo da caminhada foi distribuir kits de desocupação, contendo itens como: ímãs de geladeira com orientações para desocupação imediata, como por exemplo, desligar o gás e a luz para evitar o risco de explosões, capas de chuva e uma pasta plástica com vedação impermeável para que as pessoas possam guardar seus documentos e carregá-los em situações emergenciais.

Os Moradores do Bairro da Posse, Cascata do Imbuí, Campo Grande, Granja Florestal e Arrileiro, foram os primeiros a receberem os kits. De acordo com o orientador local, Marcio Fernandes, essas áreas foram as mais atingidas no desastre em 2011, e ainda hoje, são consideras áreas de risco. “Infelizmente, não há como desocupar essas áreas, por isso, os monitores foram preparados para agir em caso de necessidade de uma evacuação, uma vez que eles também moram nesses bairros”, salienta.  

Os monitores socioambientais foram divididos em grupo e passaram de casa em casa. Eles entregaram o Kit de emergência familiar em cada residência e fizeram uma breve explicação ao morador sobe os procedimentos a serem tomados numa emergência.  Posteriormente os moradores também receberão o mapa e mais informações sobre rotas de fuga e o lugar para onde deve se dirigir em caso de alarme (pontos de apoio).  

Ao longo de 18 meses, a mobilização da comunidade incluiu a capacitação de 60 monitores socioambientais, através de um curso de 200 horas, dado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), executora do Programa Mãos à Obra. Esses monitores assumiram o protagonismo na instalação de Núcleos de Proteção e Defesa Civis (NUPDECs), também comunitários, que também receberam da SEAM/SEA outros kits, com capas de chuvas, lanternas e apitos – materiais básicos para a desocupação–, além de treinamentos específicos com noções em emergências pré-hospitalares, sistema de alerta e alarme, e procedimentos de evacuação.

Segundo Isabella Palmie, tutora do Programa pela Uerj, o curso levantou a autoestima dos monitores. “No inicio do curso, eles choravam muito, eles estavam diretamente envolvidos com o ocorrido. Eles tiveram acompanhamento com psicóloga, assistente social, e hoje, eles estão mais unidos e preparados para agir”, enfatiza.

Além do curso, a mobilização incluiu o convite a lideranças do município para participarem dos Ateliês do Pensamento (jantares comunitários, onde se discutiam os temas e encaminhamentos do processo de construção dos Planos) e de um encontro chamado Feijão Amigo (momento de confraternização, de compartilhamento dos conteúdos aprendidos no curso de capacitação e de mobilização para as ações de prevenção e enfrentamento de acidentes e desastres naturais, realizado aos sábados).

Para Tereza Raitz, moradora ativa de Campo Grande, o Programa Mãos à Obra, deve continuar, pois o trabalho que os monitores fazem é muita importância para salvar vida caso haja outro desastre. “Sempre participo do ateliê do pensamento e do Feijão Amigo, esse dialogo com a comunidade e o treinamento dos agentes que são moradores dessas áreas, conscientiza a organização dos moradores para reivindicar nossos direitos e acima de tudo, possibilita a nossa sobrevivência”, desabafa.

Veja as fotos na Fan Page do Programa:

6 de dezembro de 2013

Moradores da Região Serrana ganham kits para orientar evacuação em caso de desastres naturais

Secretaria do Ambiente promove Caminhada pela Vida, com a distribuição de kits em Nova Friburgo, Petrópolis e em Teresópolis para auxiliar e orientar a desocupação emergencial de moradores em situações de risco


Moradores de áreas de risco em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo passarão a contar com mais um aliado no enfrentamento e prevenção de desastres naturais. A partir deste sábado, dia 07/12, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), fará a distribuição de kits de desocupação, contendo itens como: ímãs de geladeira com orientações para desocupação imediata, capas de chuva e uma pasta plástica com vedação impermeável para que as pessoas possam guardar seus documentos e carregá-los em situações emergenciais.

Na Caminhada pela Vida, monitores socioambientais e voluntários capacitados pelo Programa Mãos à Obra, da Superintendência de Educação Ambiental (Seam/SEA), percorrerão os bairros de Posse e Cascata do Imbuí, em Teresópolis; de Córrego D’antas, em Nova Friburgo; e Gentio e Benfica, em Itaipava, para entregar os kits nas casas de moradores que vivem em áreas de risco. 

O ímã contém orientações para desocupação imediata (lembrar, por exemplo, de desligar o gás para evitar o risco de explosões, bem como a eletricidade; de levar o kit de desocupação a fim de garantir a guarda e preservação de documentos familiares e ainda os procedimentos para o retorno às residências). Os moradores também receberão informações sobre rotas de fuga e o lugar para onde devem se dirigir em caso de alarme (pontos de apoio).  

A Caminhada pela Vida faz parte da mobilização para a disseminação dos “Planos de Ação Comunitários de Prevenção e Enfrentamento de Acidentes e Desastres Naturais”, desenvolvidos pela Superintendência de Educação Ambiental da SEA após as chuvas de 2011, maior evento climático até hoje registrado no Brasil. 
Alguns dos diferenciais desses planos foram o de ter identificado e trabalhado dois tipos de risco – hidrológico (risco de enchentes) e geológico (escorregamento de massa) – e de ter sido construído, de forma participativa, com moradores da Região Serrana, maiores conhecedores dos territórios em questão.

Ao longo de 18 meses, a mobilização da comunidade incluiu a capacitação de 60 monitores socioambientais, através de um curso de 200 horas, dado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), executora do Programa Mãos à Obra. Esses monitores assumiram o protagonismo na instalação de Núcleos de Proteção e Defesa Civis (NUPDECs), também comunitários, que também receberam da SEAM/SEA outros kits, com capas de chuvas, lanternas e apitos – materiais básicos para a desocupação–, além de treinamentos específicos com noções em emergências pré-hospitalares, sistema de alerta e alarme, e procedimentos de evacuação.

Além do curso, a mobilização incluiu o convite a lideranças de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo para participarem dos Ateliês do Pensamento (jantares comunitários, onde se discutiam os temas e encaminhamentos do processo de construção dos Planos) e de um encontro chamado Feijão Amigo (momento de confraternização, de compartilhamento dos conteúdos aprendidos no curso de capacitação e de mobilização para as ações de prevenção e enfrentamento de acidentes e desastres naturais, realizado aos sábados).


PROGAMAÇÃO

07 de dezembro (sábado)

Teresópolis: Pólo Posse – Campo Grande- Cascata do Imbuí
Ponto de encontro: Escola Municipal Prof. João Adolpho Jossetti
Estrada José Arthur Jossetti, 355 - Posse 
Horário de início: 10:00h
Duração prevista: 3 horas (previsão de término 13:00h)

Nova Friburgo: Pólo Córrego D’antas
Ponto de encontro: Colégio Estadual Etelvina Schottz 
Rua Urbano Antônio Bachini, s/n – Córrego D’antas
Horário de início: 10:00h
Duração prevista: 2 horas e 30 min. (previsão de término 12:30h)

10 de dezembro (terça-feira)

Petrópolis: Pólo Itaipava
Ponto de encontro: Entrada da Estrada do Gentio, próximo a Estrada das Arcas (chamada Santa Clara)
Horário de início: 9:00h
Duração prevista: 5 horas 

Fonte: ComunicaSeam

4 de dezembro de 2013

Carta Elos: aprovado o texto final

Educadores participam da plenária do III Fórum Elos de Cidadania – A escola pública na gestão ambiental e aprovam a versão  final da Carta Elos de Cidadania



    
As propostas foram votadas abertamente - foto Larissa Amorim
Leslie Assis - “Sonho que se sonha só é só um sonho  que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é  realidade”. Seria essa a música que Raul Seixas  cantaria ao final da plenária do III Fórum Elos de  Cidadania – A escola pública na gestão ambiental. No evento, realizado dia  29 de  novembro, na UERJ, pela Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (Seam/SEA), foi votado e aprovado o texto final da Carta Elos de Cidadania pelos educadores presentes.


A Carta Elos de Cidadania é um manifesto coletivo de educadores que atuam no Programa Elos de Cidadania, da Seam, e de gestores ambientais do Estado do Rio de Janeiro, em prol do fortalecimento da escola pública e de seus espaços democráticos internos e pela participação ativa da escola pública na gestão ambiental do território em que está inserida. “É a comunidade escolar reivindicando espaço para participar das decisões que afetam o território e das políticas públicas que dizem respeito à realidade local”, enfatiza Lara Moutinho da Costa, superintendente de Educação Ambiental da SEA.

O texto-base da Carta foi formulado no âmbito do Elos de Cidadania, Programa Seam/SEA, que atua em escolas de 15 municípios do Rio de Janeiro junto a mais de 200 docentes participantes e que já formou cerca de seis mil alunos. Seus principais objetivos são o desenvolvimento e o fortalecimento de ações coletivas voltadas para o controle social, o enfrentamento das vulnerabilidades socioambientais e a gestão participativa de águas e florestas da Mata Atlântica.

Segundo Fábio Leite, coordenador do Programa Elos de Cidadania, a Carta se divide em duas partes: na primeira, os educadores questionam o Estado pela falta de estrutura e condições para praticar uma educação ambiental que seja participativa e exerça de fato o controle social sobre o território. “Como podemos pedir ao professor para participar, por exemplo, de um Comitê de Bacia, se ele não tem carga horária cedida para esse fim e se não existe uma estrutura ou qualquer anteparo financeiro que dê condições para esse educador exercer sua cidadania plenamente?”, argumenta. 

Na segunda parte, estão os compromissos que, a partir das reivindicações atendidas, os educadores assumem com relação à escola e ao seu trabalho, tomando a comunidade escolar como um sujeito dos processos participativos de sua localidade.

O envio de propostas foi feito, inicialmente, através da internet: mesmo à distância, especialistas da área de educação ambiental puderam dar suas contribuições, e algumas delas foram aprovadas. “Alguns professores, que não puderam estar no I Fórum, participaram online e hoje estiveram aqui aprovando presencialmente a Carta”, lembrou Fábio Leite, enfatizando a importância da internet na consolidação desse documento.

Ainda segundo o coordenador, a participação dos educadores ocorreu de várias maneiras, não se restringindo à internet ou aos fóruns. “Nós abrimos todas as formas de proposição, seja via telefone, pessoalmente na sala do Elos, ou mesmo nas escolas através de debates.

Recebemos todas as propostas, mas os profissionais de educação que aqui estiveram é que decidiram o que entraria e o que não. Esse foi o ponto chave do nosso trabalho”, enfatiza Fábio.

“A participação do educador na construção desse documento foi fundamental para que ele tivesse força política. Se fosse construído somente por nós, o documento não teria a força que tem agora, porque houve um aprimoramento detalhado nas propostas e foi criado, assim, um documento oficial de luta”, explicou Fábio.

O orientador do Elos em Petrópolis, professor Guilherme Silveira,  participou ativamente da construção da Carta e está satisfeito com o resultado. “Estive em todos os fóruns, divulguei pela internet para que meus colegas pudessem participar e acrescentar outras propostas. A Carta aprovada explicita exatamente o que eu penso, além de ser nosso instrumento político de luta”.

De acordo com a superintendente de Educação Ambiental Lara Moutinho da Costa, o texto base da carta, quando ainda estava em consulta pública, foi encaminhado aos Ministérios do Meio Ambiente e da Educação por suas coordenações de educação ambiental. “Agora iremos reencaminhar a Carta definitiva para os ministérios. Pela primeira vez na história do Estado do Rio de Janeiro, vi as escolas se reunirem para elaborar um texto político em defesa da educação ambiental voltada para gestão ambiental participativa, como um compromisso da cidadania ativa”, discursa.

Acesse a Carta aprovada na integra:
http://cartaelos.wordpress.com/

Veja as fotos na Fan Page do Programa Elos de Cidadania:
https://www.facebook.com/elosdecidadania?ref=hl

Fonte: ComunicaSeam


29 de novembro de 2013

Áreas de risco da Região Serrana ganham mapeamento com rotas de fuga e planos de emergência

Secretaria do Ambiente apresenta planos de ação comunitários para prevenir e enfrentar acidentes e desastres naturais nas áreas de risco da Região Serrana



Mapas com detalhes de rotas de fuga, pontos de apoio, levantamento de pessoas que necessitam de cuidados especiais em momentos de alerta, mapeamento dos recursos materiais e humanos da comunidade, onde mora e quem tem corda, motosserra, barco; se existem médicos, enfermeiros, bombeiros, entre outros profissionais que possam auxiliar em momentos mais críticos. Distribuição de kits contendo ímãs de geladeira com orientações para desocupação imediata, por exemplo, desligar o gás para evitar o risco de explosões e uma pasta plástica, com vedação impermeável, para que os moradores possam guardar seus documentos pessoais e carregá-los facilmente, numa emergência.  


Estes são alguns dos resultados concretos da ação desenvolvida em áreas de risco da Região Serrana do Estado do Rio, com recursos do Fecam, pela Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (Seam/SEA), que serão apresentados

terça-feira, 03/12, às 14:30h, na Câmara Municipal de Petrópolis, pela superintendente de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente, Lara Moutinho da Costa.

Elaborados e executados pelo Mãos à Obra, programa de educação ambiental com foco em Defesa Civil Comunitária da Seam/SEA, os Planos de Ação Comunitários de Prevenção e Enfrentamento de Acidentes e Desastres Naturais serão apresentados nesta terça-feira.

Um dos diferenciais desses Planos é ter identificado e trabalhado dois tipos diferentes de risco: o hidrológico (risco de enchentes) e o geológico (escorregamento de massa). Outro é o fato da sua construção ter sido feita de forma participativa, com os próprios moradores, maiores conhecedores dos territórios em questão.

Ao longo de 18 meses, a mobilização da comunidade incluiu a capacitação de 60 monitores socioambientais, através de um curso de 200 horas, dado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), executora do Programa Mãos à Obra. Esses monitores assumiram o protagonismo na instalação de Núcleos de Proteção e Defesa Civis (NUPDECs), também comunitários, que receberam da Seam/SEA, kits com capas de chuvas, lanternas e apitos – materiais básicos para a desocupação–, além de treinamentos específicos com noções em emergências pré-hospitalares, sistema de alerta e alarme, e procedimentos de evacuação.

Além do curso, a mobilização incluiu o convite a lideranças de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo para participarem dos Ateliês do Pensamento (jantares comunitários, onde se discutiam os temas e encaminhamentos do processo de construção dos Planos) e de um encontro chamado Feijão Amigo (momento de confraternização, de compartilhamento dos conteúdos aprendidos no curso de capacitação e de mobilização para as ações de prevenção e enfrentamento de acidentes e desastres naturais, realizado aos sábados).

Fonte e arte: ComunicaSeam

27 de novembro de 2013

Mostra Final do Programa Elos da Cidadania




O Programa Elos da Cidadania, da Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Ambiente, em parceria com a UERJ, apresenta esta sexta, dia 29/11, na sua Mostra Final o resultado de um trabalho de formação e capacitação que envolveu cerca de 80 escolas de municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo. 

Através da elaboração de projetos de intervenção no ambiente local, o Programa visa qualificar profissionais da educação, estudantes e comunidade escolar para o desenvolvimento e fortalecimento das ações coletivas integradas, voltadas para o controle social, o enfrentamento das vulnerabilidades socioambientais e a gestão participativa de águas e florestas da Mata Atlântica do Rio de Janeiro, 

A exposição, que acontecerá das 8h às 12:30h, no Auditório 11, 1º andar, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no Maracanã, apresentará os resultados do diagnóstico socioambiental realizado pelas 80 escolas.

Além da exposição, será realizada em paralelo um debate, no formato "roda de conversa", onde estudantes representarão cada escola e explicarão como foi participar do Programa Elos, quais os desafios enfrentados e o que mudou na sua visão de sociedade e ambiente.

Junto ao auditório, haverá stands apresentando os trabalhos das escolas e um espaço multimídia, onde serão apresentados as atividades registradas em vídeo, relacionadas ao processo de diagnóstico socioambiental.

Em seguida à Mostra Final, acontecerá no mesmo auditório, das 14h às 18h, o III Fórum Elos de Cidadania – A escola pública na Gestão Ambiental, plenária final de consolidação da Carta Elos de Cidadania, quando serão votadas as alterações propostas para este documento.

PROGRAMAÇÃO

Auditório 11:
8h - Credenciamento
  • Organização dos trabalhos das unidades escolares nos painéis de exposição;
  • Café da manhã.

9h - Atividade cultural
  • Mesa de abertura do evento.

 Hall do 1º andar:
10h 30mim – 12h 30min - Abertura oficial   
  • Visita à exposição dos trabalhos das unidades escolares;
  •  Mostra de vídeos e atividades culturais diversas elaboradas pelas unidades escolares;
  •  Roda de conversa com os mobilizadores jovens. (local a definir)

 Local da definir:
12h 30mim      Encerramento.


Fonte e arte: ComunicaSeam

26 de novembro de 2013

II Fórum Elos de Cidadania: a escola na gestão ambiental pública


Educadores se reúnem para discutir o papel da escola no ambiente e propor novas diretrizes para o texto final da Carta reivindicatória



 Fábio Leite,  coord. do Programa Elos de Cidadania, (ao meio),
mediou as palestras dos professores Rodrigo Lamosa, (a esq.)
 Marco Lamarão (a dir.) - Foto: Eduardo Peralta/ComunicaSeam  
 Leslie Assis - “Não basta saber ler que a Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho”. Essa reflexão de Paulo Freire, tido como uma referência fundamental na educação, poderia ser a síntese do II Fórum Elos de Cidadania - o público, o privado e a democracia na escola pública, promovido pela Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (Seam/SEA), no dia 1º de novembro, no Cefet/Maracanã, no Rio. 

O objetivo do Fórum, aberto pela superintendente de Educação Ambiental da SEA, Lara Moutinho da Costa, foi promover novas discussões sobre a função social da escola pública e como ela pode participar efetivamente da gestão ambiental pública. “É um grande desafio no país, onde esse tipo de participação está começando agora. Estamos há 15 anos fomentando isso.  A sociedade pode e deve participar da tomada de decisão sobre assuntos que dizem respeito ao território ao qual ela pertence”, argumenta Lara Moutinho da Costa.

Os professores Rodrigo Lamosa, da rede municipal de Duque de Caxias e pesquisador da FE/UFRJ e Marco Lamarão, da rede municipal de Itaboraí e pesquisador FE/UFRJ, participaram como debatedores convidados e abordaram os temas “A autonomia pedagógica e a relação público-privado na escola pública” e “A democracia na escola pública”, respectivamente. Assista . 

Fábio Leite, coordenador do Programa Elos de Cidadania, da Seam/SEA, explica que os fóruns servem também para estimular reflexões que contribuirão para a redação do texto final da Carta Elos de Cidadania - um manifesto coletivo de educadores do Estado do Rio de Janeiro, pelo fortalecimento da escola pública e dos seus espaços democráticos internos e pelo seu protagonismo na gestão ambiental do território em que está inserida. 

O texto-base da Carta foi formulado no âmbito do Elos de Cidadania, programa que atua em escolas de 15 municípios do Rio de Janeiro e tem como objetivo o desenvolvimento e o fortalecimento de ações coletivas voltadas para o controle social, o enfrentamento das vulnerabilidades socioambientais e a gestão participativa de águas e florestas da Mata Atlântica.

“Essas reivindicações visam transformar a Carta em um documento político para os educadores ambientais, como instrumento de luta. Nós estamos comprometidos com a educação em defesa da escola pública”, explica Lara Moutinho da Costa.

Segundo Fábio Leite, a Carta se divide em duas partes: na primeira, os educadores questionam o Estado pela falta de estrutura e condições para praticar uma educação ambiental que seja participativa e exerça de fato o controle social sobre o território. “Como podemos pedir ao professor para participar, por exemplo, de um Comitê de Bacia, se ele não tem carga horária cedida para esse fim e se não existe uma estrutura ou qualquer anteparo financeiro que dê condições para esse educador exercer sua cidadania plenamente?”, argumenta.  

Na segunda parte, estão os compromissos que, a partir das reivindicações atendidas, os educadores assumem com relação à escola e ao seu trabalho, tendo a comunidade escolar como sujeito no processo participativo em sua localidade.

O texto da Carta pode ser acessado em:

22 de novembro de 2013

Natal da Eletrorreciclagem 2013

Superintendência de Educação Ambiental apoia campanha para diminuir a poluição causada pelo descarte inadequado de eletroeletrônicos




Bárbara Cruz - A dúvida sobre o que fazer com equipamentos eletrônicos que não são mais utilizados, como televisões, celulares, calculadoras, teclados e rádios é bastante comum. O Natal da Eletrorreciclagem 2013 tem como objetivo mostrar a importância do descarte correto desse tipo de material, que contém substâncias tóxicas nocivas ao ambiente e à saúde humana.

As pessoas poderão levar até o dia 20/12, no horário entre 8 e 18h, seus esquipamentos eletrônicos nos pontos de coleta implantados nas estações Siqueira Campos, Carioca e Pavuna do metrô, nas sedes da Fábrica Verde da Rocinha e do Complexo do Alemão, na Prefeitura do Rio e na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC).

Agentes socioambientais do Programa Ambiente em Ação, da Superintendência de Educação Ambiental (Seam), que irão realizar a mobilização nos locais de coleta.


Além de evitar a poluição ambiental, a campanha da Eletrorreciclagem contribui para a geração de emprego e renda. Os computadores danificados serão destinados ao Projeto Fábrica Verde, da Superintendência de Território e Cidadania, que capacita moradores de comunidades na fabricação de computadores a partir das partes úteis das máquinas obsoletas. A cada quatro aparelhos velhos é possível construir um novo. A produção é encaminhada para telecentros comunitários, promovendo a inclusão digital.

O secretário Carlos Minc esteve presente na abertura da campanha, que aconteceu na quinta feira, 21/11, na estação do metrô da Carioca. A Secretaria Estadual do Ambiente realiza essa campanha desde 2010 e até o momento o Natal da Eletrorreciclagem já recolheu cerca de 20 toneladas de equipamentos eletroeletrônicos. 


16 de novembro de 2013

BATISMO DE NASCENTE DE RIO


Através da Superintendência de Educação Ambiental, alunos da rede pública promovem ações que contribuem para a preservação do ambiente


Em outro evento organizado pela Superintendência de Educação Ambiental da SEA, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, participará também na próxima segunda-feira, às 11h, no Sítio Farol da Prata (Estrada da Batalha, 202 A, Rio da Prata, em Campo Grande, na Zona Oeste), da cerimônia de batismo de uma nascente de água, com o nome de "Elos Dona Nonola".


 Dona Alzerina Moreira Maia (1909-1974), a Dona Nonola, foi uma grande protetora da vertente do Rio da Prata do Maciço da Pedra Branca. Produtora rural, líder comunitária, parteira e benzedeira, vivia onde existe uma nascente de água.


A equipe do Ciep Brigadeiro Sérgio Carvalho, que participa do Programa Elos de Cidadania, da Superintendência de Educação Ambiental da SEA, decidiu então, com apoio da comunidade, fazer esta homenagem. 

Fonte: Ascom

Secretaria do Ambiente lança reciclagem de óleo de cozinha usado em escolas


Com apoio crescente de restaurantes e condomínios, programa para transformar óleo vegetal em biodiesel e sabão chega a dez colégios públicos



Bombonas para o armazenamento do óleo chegam para os alunos
do C.E.Brigadeiro Schoecht (Foto: Larissa Amorim/ComunicaSeam)
Com a distribuição de funis e a instalação de um ecoponto para o recolhimento de óleo de cozinha usado, no Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, na Taquara, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) lançam, nesta segunda-feira (18/11), o Programa Prove nas Escolas. 

O Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal (Prove), visa a estimular a  cadeia de reciclagem de óleo de cozinha usado como matéria-prima na produção de biodiesel e de sabão.

Contando com o apoio crescente de restaurantes, hotéis e condomínios, entre outros, o Prove está chegando agora nas escolas públicas, em uma parceria com o Programa Elos da Cidadania, da Superintendência de Educação Ambiental da SEA. Inicialmente, dez colégios se tornarão ecopontos de recolhimento de óleo vegetal.

O secretário do Ambiente, Carlos Minc e a superintendente de Educação Ambiental da SEA, Lara Moutinho, participarão do lançamento do Prove no Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht, que foi escolhido para a instalação do primeiro ecoponto devido ao seu simbolismo: três professores modificaram uma antiga Mercedes-Benz movida a diesel para que funcionasse à base de óleo vegetal, e com ela viajaram até Ushuaia, no extremo Sul da Argentina.

Quer saber mais sobre o Prove? Acesse:

Fonte: Ascom




13 de novembro de 2013

Região Serrana ganha rotas de fuga e procedimentos de auxílio em caso de desastres naturais

Secretaria do Ambiente apresenta planos elaborados com participação comunitária para auxiliar na evacuação de moradores em situações de risco


As rotas foram planejadas com a participação da comunidade
(mapa de Petrópolis)
O resultado de um trabalho pioneiro promovido pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), com apoio de moradores da Região Serrana, será divulgado, amanhã (14), para ajudar na eventual necessidade de evacuação devida a eventos climáticos extremos, como as fortes chuvas que, em 2011, causaram milhares de mortes e destruições em Nova Friburgo, Petrópolis e Teresópolis.

Serão apresentados, entre outros, mapas com detalhes de rotas de fuga, procedimentos básico de evacuação, levantamento de pessoas que necessitam de cuidados especiais em momento de alerta, mapeamento dos recursos materiais e humanos disponíveis, kits com ímãs de geladeira com orientações para desocupação imediata e uma pasta plástica impermeável para que moradores possam guardar seus documentos e carregá-los em situações emergenciais.

Para divulgar esse trabalho, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, estará no Vale do Cuiabá, em Itaipava, distrito de Petrópolis, numa das regiões mais atingidas pelo evento extremo de 2011. Estarão também presentes o presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores de Petrópolis, Anderson Juliano, e oficiais da Defesa Civil representando o secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, que já se comprometeu a levar esta inédita experiência, em conjunto com a SEA, para todos os municípios do Rio de Janeiro.

Os dados a serem apresentados por Minc, pela superintendente de Educação Ambiental da SEA, Lara Moutinho, e por representante da Secretaria de Estado da Defesa Civil fazem parte dos Planos de Ação Comunitários de Prevenção e Enfrentamento de Acidentes e Desastres Naturais, desenvolvidos após as chuvas torrenciais de 2011. 

Alguns dos diferenciais desses planos foram o de ter identificado e trabalhado dois tipos de risco – hidrológico (risco de enchentes) e geológico (escorregamento de massa) – e de ter sido construído, de forma participativa, com moradores da Região Serrana, maiores conhecedores dos territórios em questão.

Ao longo de 18 meses, a mobilização da comunidade incluiu a capacitação de 60 monitores socioambientais, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que receberam da SEA kits com capas de chuvas, lanternas e apitos, além de treinamentos específicos.