25 de fevereiro de 2011
Fundo Brasileiro de Educação Ambiental
24 de fevereiro de 2011
Pacto pelo saneamento
22 de fevereiro de 2011
Desenvolvimento Rural Sustentável
Elaborado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (SEAPPA), através da Superintendência de Desenvolvimento Sustentável (SDS) e com financiamento do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), o Rio Rural executa treinamentos e capacitações continuadas aos envolvidos nas ações de desenvolvimento rural.
Do ponto de vista físico, as microbacias hidrográficas são um conjunto de terras que fazem a drenagem de água e deságuam em um rio principal. Entretanto, as mesmas também estão associadas à realização de programas de desenvolvimento sustentável, beneficiando diretamente as comunidades rurais. O Rio Rural consolida o reconhecimento desse estudo como um instrumento ambiental que promove as práticas de conservação de solo e água.
A metodologia de microbacias, que vem sendo aprimorada no Brasil nos últimos vinte anos, é colocada em prática com a participação do produtor familiar e dos demais moradores de cada comunidade, reunidos em grupos de interesse. São eleitos representantes para formar entidades encarregadas de liderar as ações de desenvolvimento rural sustentável, no caso, os Comitês Gestores de Microbacias (COGEM). Esses são responsáveis por realizar um levantamento das principais demandas e potenciais das microbacias através do Diagnóstico Rural Participativo (DRP). A partir desse primeiro documento, é construído o Plano Executivo da Microbacia (PEM), que contém as ações que serão realizadas.
O programa assiste, diretamente, 300 mil habitantes de 470 microbacias identificadas no estado. Ainda são beneficiadas as populações residentes nos centros urbanos e na Região Metropolitana. A área de abrangência do projeto compreende, prioritariamente, as regiões Norte e Noroeste do Rio de Janeiro e tem como área de expansão a Região Serrana. As ações ainda são replicadas para as regiões da Baixada Litorânea, Metropolitana, Sul e Médio-Paraíba.
Para se informar mais sobre o programa e saber como participar, os interessados podem entrar em contato pelo site www.microbacias.rj.gov.br ou pelos telefones (21) 3607-5398/ 7637/ 6003. Outra opção é procurar um representante da Emater – empresa responsável pela assistência técnica e extensão rural no Estado do Rio de Janeiro – na sua região.
19 de fevereiro de 2011
Tá na Rua e Energy Marcon promovem atividades de Educação Ambiental
A Instituição em Educação Ambiental Energy marcon e o Grupo Tá na Rua promovem na véspera do dia da criação do IBAMA, 21 de fevereiro, atividades em educação ambiental gratuitamente na sede do Grupo (Av Mem de Sá, 35, Lapa).
Contação de história, bate-papo com o público presente sobre o que são Impactos Ambientais e como mitigá-los e a exibição do documentário ‘HOME - Nosso Planeta, Nossa Casa’ fazem parte da programação.
Dirigido por Yann Arthus-Bertrand e produzido por Denis Carot e Luc Besson, o documentário foi trazido para o Brasil em parceria com a Good Planet Foundation e Europa Filmes. O documentário foi lançado mundialmente no dia 05 de junho de 2009, Dia Internacional do Meio Ambiente, e foi rodado em 54 países e em 120 locações. Rendeu 500 horas de filmagens, todas elas captadas dos céus e registradas em 733 fitas em 18 meses.
Serviço:
Grupo Tá na Rua - Av Mem de Sá, 35 Lapa- www.tanarua.com.br
19h - contação de história com a atriz e professora Tatiana Henrique
19:20 – bate-papo com o público presente sobre Impactos Ambientais
19:30 - exibição do documentário ‘HOME - Nosso Planeta, Nossa Casa’
‘HOME - Nosso Planeta, Nossa Casa’
Gênero: Documentário
Duração: 93 minutos
Direção: Yann Arthus-Bertrand
Classificação Indicativa: Livre
16 de fevereiro de 2011
Bloco Escravos do Ambiente

Sucesso nos últimos dois anos, o Bloco Carnavalesco Escravos do Ambiente, dos funcionários da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), está de volta para mais um Carnaval.
Os “foliambientalistas” prometem a mesma animação que, nos anos anteriores, arrastou não só os funcionários da SEA e do Inea como também o engenheiro Wagner Victer, presidente da Cedae, empresa vizinha.
A exemplo dos anos anteriores, o bloco vai adotar conceito ecológico: todas as fantasias e os adereços serão confeccionados com material reciclável. Este ano, o bloco terá dois sambas enredo concorrendo: o primeiro relembra os temas destacados nos anos anteriores, como reciclagem e aquecimento global, e ainda aborda a conservação do ambiente para futuras gerações e a utilização de fontes limpas e renováveis de energia. Já o concorrente aborda a recuperação dos rios da Baixada Fluminense e a coleta de óleo de cozinha usado para a reciclagem.
Os ensaios técnicos serão realizados nos dias 17 e 24 de fevereiro no pátio da sede da SEA/Inea, na Av. Venezuela, 110, a partir das 18h, e contarão com a presença da bateria mirim Estrelinha da Mocidade. Nesta quinta-feira (17/02), os “foliambientalistas” escolherão o samba enredo.
O desfile do bloco será na quinta-feira 3 de março, antes do Carnaval, por ruas do Centro próximas à Praça Mauá, com parada técnica na Pedra do Sal. O samba ficará por conta do puxador Jorginho da Flor.
Fonte: SEA
7 de fevereiro de 2011
Seminário SEAM em Mendes
Deu na Mídia: O Repórter
Deu na Mídia: Jornal do Brasil
Educação Ambiental marca Dia de Iemanjá no Rio de Janeiro2 de fevereiro de 2011
Seminário Avaliação de Projetos de Recursos Hídricos

Olá Pessoal, estamos disponibilizando a sistematização do seminário “PARÂMETROS E INDICADORES PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTOS PARA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS” e alguns arquivos complementares.
Além de um balanço sobre as atuais políticas de gestão de recursos hídricos, a compilação traz boas orientações para interessados em avaliação, formulação e acompanhamento de projetos em Educação Ambiental na área de recursos hídricos.
Responsáveis pela sistematização: Maria de Souza O. Tavares (REPEA/Práxis Consultoria Socioambiental) e Semíramis Biasoli (REPEA/Laboratório OCA/ESALQ) Grupo Pesquisa EA – UFSCar/CDCC.
Baixe aqui:
1 - Critérios para avaliação de processos
Resgate de Animais na Região Serrana

1 de fevereiro de 2011
Festa de Iemanjá
Panfleto Informativo Dia de Iemanjá
Pessoal, amanhã (dia 2 de fevereiro) é comemorado o Dia de Iemanjá. Considerada a mãe dos Orixás, rainha do mar e deusa do encontro das águas, ela é uma divindade do panteão africano, também muito popular no Brasil. Todos os anos mobiliza multidões de admiradores, que lhe dedicam presentes de oferendas, deixados na praia ou lançados ao mar. Visando resgatar o conhecimento da Matriz Africana baseado na sacralidade da natureza e ao mesmo tempo minimizar o impacto ambiental com a utilização de artigos apropriados e ações conscientes e conseqüentes, organizamos junto com o grupo Omo Aro Cia. Cultura um panfleto informativo sobre boas práticas na utilização de praias e mares.31 de janeiro de 2011
Deu na Mídia: O Globo
RIO - A Secretaria Estadual do Ambiente, através da Superintendência de Educação Ambiental, e a Comissão Especial de Defesa e Proteção Animal da Alerj estiveram anteontem na Região Serrana para verificar as condições dos animais no Ciep de Itaipava e foram também ao município de São José do Vale do Rio Preto, para conhecer o local onde animais resgatados nas enchentes estão sendo abrigados. Segundo a veterinária Andrea Lambert, que integra a comissão da Alerj, lá eles verificaram que cerca de 30 cães estão abrigados em situação precária, num galpão ao lado de um campo de futebol. O local não tem água, nem luz e a porta foi arrombada. Com isso, os animais correm risco de escapar. A veterinária que está no local conta que está muito difícil o trabalho de resgate dos animais: "eles precisam de ajuda", conta Andrea. Na próxima sexta-feira, uma nova visita ao local está programada. O grupo pretende levar medicamentos, gaiolas e guias. Eles pedem ajuda de voluntários, doações de produtos de limpeza e de uso veterinário e que alguém possar trazer um veículo com tração 4X 4. Quem quiser ajudar entre em contato com Andrea Lambert pelo e-mail: andrealambertvet@gmail.com ou pelo telefone: 9632-8115.
Fonte: O Globo
Deu na Mídia: ANDA

Abrigo de animais está sem água e luz em São José do Rio Preto, na Região Serrana
Estamos de Volta!

10 de dezembro de 2010
Confira a programação do Encontro de Educadores Ambientais do Estado do RJ
VIII ENCONTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
UERJ – 13, 14 e 15 de Dezembro de 2010
PROGRAMAÇÃO
13 de Dezembro de 2010
Auditório 31 e Auditório 33 (Transmissão simultânea)
8h - Credenciamento e café
9h - Mesa oficial de abertura
Marilene Ramos - Secretária de Estado do Ambiente
Wilson Risolia Rodrigues - Secretário de Estado de Educação
Alexandre Cardoso - Secretario de Estado de Ciência e Tecnologia
Dep. Carlos Minc – Autor da Lei 3325/99 e futuro Secretário de Estado do Ambiente do RJ
Ricardo Vieiralves - Reitor da UERJ
10h - Apresentação Cultural - Dança Afro – Projeto DAMARÉ
10h 30min - Mesa Redonda "Avaliação da Política Estadual de Educação Ambiental no Período 2007 – 2010 e Perspectivas para 2011 – 2014"
Lara Moutinho da Costa – Superintendente de Educação Ambiental (SEA)
Deise Keller – Coordenadora Estadual de Educação Ambiental (SEEDUC)
Ubirajara Baptista Cabral Júnior – Chefe de gabinete - Fundação de Apoio a Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro
13h - Intervalo para o almoço
14h - Mesa Redonda "Grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental – 2007-2010"
Coordenadora do GIEA: Lara Moutinho da Costa
Maria Teresa de Jesus Gouvea (Jardim Botânico do Rio de Janeiro)
Declev Reynier Dib Ferreira (Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro)
15h 30min - Intervalo para o lanche
16h - Mesa Redonda "Políticas Municipais de Educação Ambiental no Estado do Rio de Janeiro"
A experiência do município de Mesquita na elaboração do Programa Municipal de Educação Ambiental.
Kátia Perobelli - Secretária de Meio Ambiente de Mesquita
17h - Encerramento
14 de Dezembro de 2010
Auditório 11
8h - Credenciamento e café
9h - Mesa Redonda "O Processo de Construção Coletiva do Programa Estadual de Educação Ambiental do Rio de Janeiro"
SEA, SEEDUC, GIEA, UERJ - Equipe ProEEA-RJ.
11h - Apresentação do Texto Base ProEEA-RJ
Luis Américo Araújo Vargas
Jacqueline Guerreiro
13h - Intervalo para o almoço
14h - Pesquisa "Perfil dos Educadores e Educadoras Ambientais do Rio de Janeiro"
Luis Américo Araújo Vargas (Equipe ProEEA-RJ)
15h - Memória do ProEEA-RJ: “Imagens do processo coletivo”
Equipe ProEEA-RJ
16h - Vozes do ProEEA-RJ: “Quem somos?”
Participantes do ProEEA-RJ
17h - Encerramento
Auditório 13
8h - Credenciamento e café
9h - Organização da exposição do Encontro Final do Curso Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar
10h - Mesa de abertura do Encontro Final do Curso Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar
SEA, SEEDUC, UERJ, FAETEC, CECIERJ, CEPUERJ.
11h - Mesa Redonda "Programa de Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar 2007-2010”
Marilene de Sá Cadei
12h - Abertura oficial da exposição dos trabalhos do Curso de Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar
13h - Intervalo para o almoço
14h - Educação Ambiental e Agenda 21 na Escola: Falas e Caminhos Cursistas
15h - Programa Nas Ondas do Ambiente (2007-2010)
Márcia Rolemberg
15h 30min - Programa DAMARÉ
Ana Maria de Almeida Santiago (SEAM/SEA)
16h - Programa Ambiente Local
Janete Abrahão (AEEMERJ)
16h 30min - Projeto Coleção de Educação Ambiental
Miguel Tavares Mathias (CAP-UERJ)
17h - Encerramento
Centro Cultural da UERJ – Salão 2
FEIRA CULTURAL
OFICINAS DAMARÉ
14h às 18h - Abertura da Feira Cultural
(artesanato em papel e tecido, Marias Marés e percussão)
16h - Apresentação de Hip Hop Dance
16h 30min - Atividade de Yoga/ Meditação
18h - Término da Feira Cultural
15 de Dezembro de 2010
Auditório 11 e Auditório 13 (Transmissão simultânea)
8h - Credenciamento e Organização da Exposição Aberta de Trabalhos de Educadores Ambientais do Rio de Janeiro
9h - Espaço Aberto para apresentação de trabalhos de Educadores Ambientais do Rio de Janeiro (Grupos da Manhã – 9h às 12h 30min)
10h - Mesa Redonda: A Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro: caminhos trilhados e possibilidades
Jacqueline Guerreiro – CONEMA, CEMARJ
Declev Reynier GIEA, CIJMA
Alexandre Pedrini – CONEMA
Pedro Aranha – articulação com o FBOMS
Marcia Lopes – CONSEMAC
11h - Mesa Redonda: Experiências Dialogadas: Redes de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro
Denise Spiler – Moderação (REAJO)
Rede de Educadores Ambientais da Baixada Fluminense
Rede de Educadores Ambientais da Baixada de Jacarepaguá
Rede Serrana de Educação Ambiental
Rede de Educadores Ambientais de Niterói e Leste da Guanabara
REA-Lagos
Rede de Educação Ambiental da Bacia do Rio São João – REAJO
12h30min - Intervalo para almoço
13h30min - Espaço Aberto para apresentação de trabalhos de Educadores Ambientais do Rio de Janeiro (Grupos da Tarde – 13h 30min às 17h)
14h - Mesa-Redonda: Juventude, Ambiente e Sociedade
Alex Bernal (Coletivo Jovem de Meio Ambiente)
Lucia Jaber (Moleque Mateiro)
Luna Arouca (Núcleo Estudantil de Apoio à Reforma Agrária)
Tainá Mie Soares da Escola da Mata Atlântica (Projeto Autônomo de Educação Popular, Agroecologia e Cultura Livre)
15h30min - Plenária da REARJ: Escolha de novos facilitadores da rede
Marcelo Aranda - Moderação (REARJ)
Márcia Lopes- Relatoria (REARJ)
17h Encerramento
Endereço:
O encontro será realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)
Rua São Francisco Xavier, 524. Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
Dia 13 de dezembro à Pavilhão João Lyra Filho. Auditórios 31 e 33 - 3º andar.
Dias 14 e 15 de dezembro à Pavilhão João Lyra Filho. Auditórios 11 e 13 - 1º andar.
9 de dezembro de 2010
Inscrições para o Encontro de Educadores Ambientais do Estado do Rio de Janeiro
ENCONTRO DE EDUCADORES AMBIENTAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
VIII ENCONTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 13, 14 e 15 de Dezembro de 2010
1. APRESENTAÇÃO
O evento visa reunir diferentes instituições, organizações, gestores, redes sociais e educadores que atuam na área de Educação Ambiental no Estado do Rio de Janeiro.
Tem como objetivo divulgar os programas, os projetos e as ações que vem sendo desenvolvidos nos últimos anos pelos diferentes atores sociais do território assim como discutir coletivamente propostas e diretrizes pedagógicas de Educação Ambiental que irão subsidiar a Política Estadual de Educação Ambiental nos próximos anos.
2. ORGANIZAÇÃO
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Curso de Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar: Elos de Cidadania)
Secretaria de Estado do Ambiente (Superintendência de Educação Ambiental)
Secretaria de Estado de Educação (Coordenação Estadual de Educação Ambiental)
Fundação CECIERJ/Consórcio CEDERJ
Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado Rio de Janeiro (FAETEC/RJ)
Grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro (GIEA)
Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro (REARJ)
Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio de Janeiro
3. PÚBLICO
Educadores ambientais, gestores, professores, estudantes e demais pessoas interessadas na temática do evento.
4. INSCRIÇÕES NO EVENTO
As inscrições no evento serão gratuitas e deverão ser realizadas no seguinte endereço eletrônico:http://proeearj.cederj.edu.br/
Período de inscrição: 29 de novembro a 10 de dezembro de 2010.
Atenção: As inscrições serão confirmadas no dia do evento, no balcão de credenciamento, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível que esteja dentro da validade. Os alimentos arrecadados serão doados a instituições beneficentes e populações carentes. Solicitamos que não haja doação de sal.
Em função das dimensões dos auditórios, serão efetivadas seiscentas inscrições. No dia do evento somente serão aceitas inscrições se existirem vagas.
5. APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
Os participantes do evento poderão apresentar ações institucionais, trabalhos de pesquisa ou relatos de experiência em formato painel (dimensões: 0,90m X1m).
Serão disponibilizados suportes para a exposição de oitenta trabalhos. Os autores deverão se apresentar no balcão de credenciamento para registrar os dados do trabalho e receber o número do suporte e o horário em que o trabalho será fixado.
A distribuição dos suportes e dos horários será realizada de acordo com ordem de chegada ao balcão de credenciamento.
Só será permitida a apresentação de um único trabalho por participante/instituição.
Os trabalhos serão expostos no hall do 1º andar do Pavilhão João Lyra Filho, no dia 15 de dezembro, no horário de 9 horas as 16 horas.
Importante: Os conteúdos e as imagens divulgadas nos trabalhos expostos são de inteira responsabilidade de seus autores. A organização do evento não se responsabiliza pelos mesmos.
6. LOCAL
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Rua São Francisco Xavier, 524. Maracanã, Rio de Janeiro, RJ.
Dia 13 de dezembro à Pavilhão João Lyra Filho. Auditórios 31 e 33 - 3º andar.
Dias 14 e 15 de dezembro à Pavilhão João Lyra Filho. Auditórios 11 e 13 - 1º andar.
7. INFORMAÇÕES
Telefones: (21) 2334-0644 / 0800-0215949
Correio Eletrônico: coordenacaoagenda21@gmail.com
22 de novembro de 2010
Inscrições abertas para processo seletivo do Curso de Educação Ambiental e Gestão Participativa de Águas e Florestas
O Programa Ambiente Local: uma agenda de fortalecimento dos Sistemas Municipais de Gestão Ambiental do Rio de Janeiro é uma ação da Secretaria de Estado do Ambiente, através da Superintendência de Educação Ambiental, em parceria com a Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (AEMERJ), instituição executora.
Um dos Componentes desse Programa é o de Formação de Educadores Ambientais de Bacias Hidrográficas. Neste contexto, estamos selecionando 40 educadores que farão parte do processo de formação que se inicia com a realização do Curso de Educação Ambiental e Gestão Participativa de Águas e Florestas. Serão selecionados 4 (quatro) educadores por Região Hidrográfica.
29 de outubro de 2010
Chamada para participação no processo de consulta pública do ProEEA - Pólo Costa Verde
CONSULTA PÚBLICA
PROGRAMA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL RIO DE JANEIRO
PÓLO COSTA VERDE
Em 17 de dezembro de 1999, foi promulgada a Lei Nº 3325 que dispôs sobre a Educação Ambiental, instituiu a Política Estadual de Educação Ambiental, criou o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementou a Lei Federal Nº 9.795/99 no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. Nesses dez anos, muitos desafios foram vencidos e diferentes ações foram desenvolvidas visando à implementação e à consolidação das disposições contidas na Lei.
Em acordo com a Política Estadual de Educação Ambiental, a Secretaria de Estado do Ambiente e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro,com o apoio da Secretaria de Estado de Educação, organizaram em dezembro de 2009 o SEMINÁRIO "OS 10 ANOS DA POLÍTICA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO RIO DE JANEIRO" com o objetivo de realizar uma retrospectiva dos desafios e ações nestes 10 anos de políticas públicas de Educação Ambiental no território do Rio de Janeiro, e de iniciar-se uma ampla Consulta Pública para a construção participativa das diretrizes do Programa Estadual de Educação Ambiental .
Dando continuidade à Consulta Pública, a equipe do Projeto de construção do Programa Estadual de Educação Ambiental do Rio de Janeiro propõe, para sua execução, a realização de uma Consulta Pública, utilizando encontros presenciais e uma plataforma virtual.
A Plataforma Virtual está alocada no CEDERJ/UERJ . Nela pode-se ter acesso ao Texto-Base do ProEEA, aprovado pelo GIEA, e informações sobre o cronograma das Reuniões Preparatórias e Encontros Regionais. A plataforma pode ser acessada no endereço: http://proeearj.cederj.edu.br
Os encontros presenciais estão divididos em:
- Reuniões Preparatórias - Visando a mobilização e sensibilização de sujeitos e grupos sociais,locais e regionais e sua participação qualificada nos Encontros Regionais,, uma Reunião Preparatória foi concebida, com o propósito de colher as demandas, acúmulos e práticas iniciais dos sujeitos e grupos sociais. Tais aspectos serão sistematizados em Eixos Temáticos, que irão originar os Grupos Temáticos de Discussão Regional do ProEEA.
- Seminários Regionais - foram organizados de forma a possibilitar uma discussão e construção do ProEEA-RJ como um processo democrático, de consulta popular ampla e participativa. Tendo em vista as especificidades dos territórios (históricas, culturais, econômicas, geográficas, ecológicas e sociais), as discussões regionais poderão trazer aspectos diferenciados e enriquecedores à construção do ProEEA-RJ
Seguem abaixo informações sobre o Encontro Regional do Pólo Costa Verde
Encontro Regional
Pólo : Costa Verde
Municípios : Paraty, Angra dos Reis, Rio Claro, Lídice,
Itaguaí, Mangaratiba
Dia: 05 e 06 de novembro
Hora: 09:00 – 17:00h
Local: CIEP D. Pedro I, Estrada Ribeirinha 18 - Boa Vista, Paraty
Telefone: (24) 3371-5778
--
21 de outubro de 2010
Começa o 1º Curso de Formação de Monitores Socioambientais da Maré
Começou no último fim de semana, dia 16 de outubro, o curso de formação de monitores socioambientais da Maré (Edumaré). Durante dez sábados, 46 jovens das comunidades da região terão aulas com a abordagem de quatro módulos: “Descortinando o território”; “Direitos humanos”; “Corpo, gênero e sexualidade”; e “Saúde e ambiente”, num total de 60 horas.
A superintendente de educação ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente, Lara Moutinho da Costa, explicou que os participantes serão capacitados para atuarem como articuladores em suas comunidades, com o objetivo de permitir que os moradores definam planos de intervenção e melhorias, com apoio do Estado: “Eles vão ter uma visão sobre a cultura sob o olhar das especificidades da Maré, assim como do ambiente e da natureza. Farão um diagnóstico da comunidade e um plano de ação. O importante é buscar uma agenda de prioridades no interior da comunidade, para que tenhamos sucesso na intervenção”, afirma Lara. A expectativa é de que a questão do saneamento, que envolve os resíduos e lixo, surja como primeiro item dessa agenda: “É um problema que se reflete na saúde e produz efeitos como as enchentes, que são problemas ambientais e sociais e estão associados”, completa.
A capacitação visa a fortalecer a comunidade por meio da atuação dos monitores, que interagirão com os grupos em maior vulnerabilidade socioambiental na Maré e incentivarão a participação deles na gestão ambiental e na promoção do desenvolvimento local e cultural.
A primeira atividade do curso foi uma palestra do módulo “Descortinando o território” — com o tema “Memória e identidade” —, feita pelo diretor do Museu da Maré, Antonio Carlos Pinto Vieira, o Carlinhos. Ele falou sobre a própria experiência de vida na comunidade, desde a chegada de seu avô, nos anos 40, na área do Timbau, até a formação de cada uma das 16 comunidades que compõem o bairro oficializado em 1994. Lembrou que a Maré — confirmando o significado da palavra — é um lugar em mudança permanente. O que lhe dá vida e dinamismo.
Carlinhos mostrou mapas e fotografias da formação da região ao longo dos séculos e destacou a importância estratégica de sua localização: “Aqui é um entroncamento dos mais importantes do país. Pela Maré passam a Avenida Brasil, a Linha Vermelha e a Amarela; aqui estão a UFRJ, a maior universidade do Brasil, e o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro”, comentou. E lamentou, no entanto, que, apesar dos fatos, a Maré ocupa a 157a posição no IDH (índice de desenvolvimento humano) entre 160 bairros da cidade. Segundo o censo 2.000, são 132.670 habitantes, divididos em 38.273 domicílios, num total de 2,3% da população do município.
Um dos objetivos da palestra, afirmou, foi o de mostrar aos jovens que o local onde vivem tem história e que eles devem se orgulhar dela. Carlinhos falou sobre a dificuldade que ele próprio já enfrentou de se admitir como morador de uma favela: “Muitas vezes, na faculdade, no início da década de 80, por exemplo, logo que cheguei, dizia que morava em Bonsucesso, para facilitar minha aceitação pelos demais. Só aos poucos fui dizendo que era morador da Maré”, revela. A receptividade ao relato demonstrou que o problema e a tática se repetem até hoje entre os jovens.
Como parte do programa de recuperação do Canal do Fundão, outra questão abordada foi a de mostrar que a responsabilidade pela degradação ambiental da região não pode ser creditada à população local. Ele mostrou a participação decisiva do poder público que, por meio de políticas aceitas à época, criou as condições que resultaram no quadro atual. Entre elas o aterro de oito ilhas que formavam um arquipélago, para a criação da Ilha do Fundão (no local, foi instalada a UFRJ), além dos sucessivos aterros como, por exemplo, para a abertura da Avenida Brasil. Houve, ainda, o incentivo à instalação de indústrias altamente poluidoras às margens da Baía de Guanabara, sem a preocupação com o despejo de resíduos nas águas. “A população tem sua responsabilidade, mas os grandes responsáveis pela situação que encontramos são as empresas e o poder público. Não é correto tentar nos culpar e nos fazer crer que somos os vilões dessa história”, diz.
Os 46 participantes são indicados por diferentes entidades das comunidades da Maré, com o compromisso de atuarem como multiplicadores dos conhecimentos e, dessa forma, fortalecê-las. Segundo Lara, os diagnósticos identificarão os problemas e os potenciais culturais e sociais. Ana Santiago, coordenadora do programa, destacou que as aulas dos módulos serão ministradas por especialistas ligados à Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).
Participaram da abertura representantes das entidades parceiras no projeto, como Nilton Pereira de Albuquerque, do Centro Comunitário de Defesa da Cidadania (CCDC), que destacou os quatro anos de luta até o início do projeto e ressaltou a importância de a comunidade aproveitar a oportunidade. Já Lourenço César da Silva, do Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM), disse que é necessário pensar no projeto como uma oportunidade para a coletividade: “Temos que conscientizar nossas vizinhanças e mostrar que cada ação individual reflete o ambiente coletivo”. Wladmir Aguiar, diretor da Associação Comunitária e Escola Rádio Progresso (Acerp), ressaltou o papel de multiplicador que cada participante terá em sua comunidade.
