28 de setembro de 2012

Campanha Abrace essas Dez! é aplicada em Areal

Lagoa Rodrigo de Freitas sedia o evento que exaltou a importância da preservação de espécies em extinção
Alunos da Região Serrana do Rio marcaram presença no espaço
Encontro das Águas (Foto: Larissa Amorim)
Jade Curvello - A campanha Abrace essas Dez! levou no último sábado, 22, alunos da rede pública de ensino da Região Serrana ao espaço Encontro das Águas, na lagoa Rodrigo de Freitas. O evento contou com a participação de jovens que estão inseridos em cursos de educação ambiental do programa Elos de Cidadania, e teve como objetivo ressaltar a importância de preservar as espécies da fauna fluminense ameaçadas de extinção.

O articulador do Elos de Cidadania em Areal, Alexandre Bello, exaltou a importância do programa na vida dos jovens participantes. “É um papel essencial e abrangente trabalhar com questões sociais e ambientais dentro da escola. Por meio disso, podemos influenciar positivamente os alunos que estão inseridos no Elos quanto ao futuro”, disse ele.

Consciência é a chave para salvar vidas
 Alexandre Bello (à esq.) e Marcelo Bodart (à dir.) acompanham
o aprendizado dos alunos do programa (Foto: Larissa Amorim)   

Bello acredita que é importante difundir entre o público jovem informações a respeito destas espécies. Ele afirmou: “Algumas das espécies existem na localidade de Areal, e é preciso conservá-las. As informações que os alunos adquirem no curso podem ser repassadas tanto para a família quanto para amigos e, dessa forma, estaremos construindo uma rede de conhecimento”.

A conservação dos animais e do próprio ambiente é tema de preocupação dos jovens participantes do trabalho, como atesta Lucas da Silva, de 12 anos, aluno do pólo de Areal. O rapaz realiza uma comparação interessante: “é como se os animais e o ambiente fossem um presente que nos foi dado, e por isso, precisamos cuidar deles. É necessário repassarmos isso também para a nossa comunidade”. 


Campanha Abrace essas Dez! promove exposição de fotos

Fotografias, que retratam as espécies ameaçadas de extinção e seus habitats, visam sensibilizar o público para a conservação destes animais

Paloma Quintão

O presidente da AFNatura, Gustavo Pedro, relata os desafios
 de fotografar espécies em extinção. (Foto: Aline Macedo)

Paloma Quintão - Além de disseminar a ideia de preservação de dez animais da fauna do Rio de Janeiro ameaçados de extinção, a Campanha Abrace essas Dez! da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) promoveu uma exposição com fotos vencedoras de um concurso, em parceria com a Associação de fotógrafos de Natureza (AFNatura).  Os principais modelos são exemplares das espécies mais ameaçadas e seus habitats naturais.

A AFNatura nasceu a partir da necessidade de organização dos fotógrafos que trabalhavam com a temática ambiental. O presidente da associação, Gustavo Pedro, explica que os entraves em relação à autorização para fotografar em unidades de conservação foi o maior motivador para a união dos profissionais da fotografia. “A gente se mobilizou usando a bandeira ‘liberdade de expressão’”, ele lembrou.

Já o concurso fotográfico surgiu a partir de uma ideia do secretário de estado do Ambiente, Carlos Minc, com o intuito de sensibilizar o público através de retratos. “Decidimos fazer todo o processo eletronicamente, para evitar que fotos fossem impressas desnecessariamente. O público podia acessar gratuitamente o site, e enviar suas capturas de imagem”, explica Pedro.

A iniciativa tem como objetivo não só divulgar obras profissionais e amadoras, mas também levar o assunto da preservação para o público. Pedro ressalta que algumas fotografias, devido à ausência de espécies, retratam somente o habitat delas: “Isso acaba criando um nível de consciência, pois mostra que os animais, ao desaparecerem, também interferem em nosso cotidiano”.

26 de setembro de 2012

Elos chega às salas de aula do Estado

Alunos do programa Elos de Cidadania visitam exposição fotográfica no Rio de Janeiro para aprender mais sobre as espécies ameaçadas de extinção no território fluminense

Foto: Aline Macedo
Estudantes da Região Serrana vem ao Rio conhecer e aprender sobre as
espécies ameaçadas da Mata Atlântica (Foto: Aline Macedo)
Jade Curvello - A campanha Abrace essas Dez!, que busca sensibilizar a população do Rio de Janeiro com relação às espécies mais ameaçadas de extinção no estado, já começou a ser aplicadas em escolas da rede pública. Todavia, “o processo de extinção é lento e a recuperação das populações não é tarefa de governo apenas: é tarefa também da sociedade”, conforme a superintendente de Biodiversidade e Florestas da Secretaria de Estado do Ambiente, Alba Simon.

Os cursistas do programa de educação ambiental Elos de Cidadania que participaram da campanha neste sábado (22) já entenderam, na opinião dos organizadores, a mensagem do projeto. Vindos de várias cidades da Região Serrana, área sujeita a acidentes e desastres naturais, eles foram ensinados sobre o poder que têm para interferir sobre o seu entorno.

“Conversei com os meus tios e dei umas ideias para a casa deles, para não construírem num lugar que vá deslizar”, contou Erick Nogueira, aluno da Escola Municipal Professor Josemar Contage, de Petrópolis.

Durante o evento, os visitantes participaram de várias oficinas, viram a exposição das 15 fotos vencedoras do concurso Abrace Essas Dez e descobriram como eles podem ajudar a reverter o processo de extinção. Um exemplo citado pelo biólogo Alessandro Terra é o do lagarto-branco-da-areia: bugres da praia de Massambaba, Região dos Lagos, costumam passear pela areia e, com isso, vêm dizimando a espécie.

“Existe toda uma necessidade de proteção daquela área, de um trabalho junto aos bugreiros de que não se passa de bugre na areia, ou seja, de modificação de um hábito histórico”, finaliza Alba.

25 de setembro de 2012

Campanha do SEA conscientiza estudantes

Evento recebeu alunos de colégios participantes do Elos da Cidadania, programa de educação ambiental da Secretaria estadual do Ambiente, para divulgar a importância da preservação da fauna

Alunos do Elos de Cidadania abraçam as espécias ameaçadas 
de extinção em evento no Rio de Janeiro (Foto: Larissa Amorim)

Paloma Quintão - No último sábado (22), o Parque dos Patins, na lagoa Rodrigo de Freitas sediou evento com crianças e adolescente do programa de educação ambiental da SEA, Elos de Cidadania. Os jovens participaram de palestras e oficinas da campanha Abrace essas Dez!, e foram à exposição que reúne fotos de dez animais ameaçados de extinção da fauna fluminense, aprendendo sobre a preservação dessas espécies.

Entre os participantes do evento, estavam presentes o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a superintendente de Educação Ambiental, Lara Moutinho, a superintendente de Biodiversidade e Florestas, Alba Simon e o presidente da Associação de Fotógrafos de Natureza (AFNatura), Gustavo Pedro.


Para a tutora do polo de Nova Friburgo, Isabela Gonçalves, o evento promove ainda mais a articulação dos alunos: “A importância de eles conhecerem essas dez espécies é que, desta forma, eles poderão multiplicar essas informações para várias pessoas, e a disseminação do conhecimento faz com que a gente possa ajudar a realizar a preservação”.

Aos 16 anos, a aluna do Colégio Estadual Feliciano Costa, em Nova Friburgo, Amanda Miranda, fala do Elos da Cidadania: “O programa mudou minha vida, porque aprendi a olhar ao meu redor e entender as mudanças que estão acontecendo na natureza. A jovem ainda conclui:” É importante ter conscientização, afinal, precisamos do ambiente para viver”.



21 de setembro de 2012

Dia 21 é dia para defender a flora

Comemorado há 47 anos, o dia da árvore é um incentivo para a reflexão sobre a importância de preservar o ambiente



O ipê-amarelo e outras árvores do país podem estar
ameaçadas (Foto: Reprodução internet)
Jade Curvello e Paloma Quintão - No dia 21 de setembro é comemorado no Brasil o Dia da Árvore. A data foi escolhida devido à proximidade com a Primavera, a estação mais florida do ano, que começa dia 22. As árvores são de extrema importância para a vida humana, já que mantêm a umidade do ar e ajudam a diminuir a poluição atmosférica. Isto ocorre porque suas folhas dissolvem o gás carbônico proveniente da queima de combustíveis.

Sua presença no ambiente evita desastres naturais como os que aconteceram nos últimos anos, principalmente nos municípios da Região Serrana do estado do Rio de Janeiro. As tragédias ocorrem em decorrência da intensa degradação das encostas provocada principalmente pelo homem. Com a ausência das raízes, o solo não permanece firme. Logo, quando chove, os deslizamentos são mais frequentes.

Para que esse dia continue sendo comemorado, é importante que seja desenvolvida a conscientização do uso legal das árvores. Não se pode comercializar madeira ilegal, desmatar encostas, assim como é necessário que haja o replantio desse bem primordial.

No Brasil, a comemoração envolve principalmente o ipê-amarelo, a árvore símbolo do país, tirando o título que muitos acreditam ser do pau-brasil. O ipê-amarelo está presente em todo o território nacional, dando vida e cor aos seus cenários. Porém, infelizmente esse colorido pode estar com os dias contados, já que sua presença em habitats naturais é rara. 

20 de setembro de 2012

Religiosos defendem o ambiente

Líderes de diversos credos afirmam que a preservação do ambiente está intimamente ligada à visão de mundo de suas correntes

Foto: Larissa Amorim


Pina Bastos - A equipe do Elos da Diversidade colheu depoimentos de praticantes de diversas religiões na 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que ocorreu neste domingo (16), em Copacabana. Eles falaram sobre suas práticas, preconceito, intolerância e sobre como é a relação entre essas religiões e a natureza.

O Elos da Diversidade é um braço do programa Ambiente em Ação, da Superintendência de Educação Ambiental, da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro, que tem como objetivo compatibilizar práticas religiosas e conservação da natureza, atuando na educação ambiental e em ações de combate à intolerância religiosa. 

Líder do Candomblé vê a humanidade como uma grande família



Luiz Américo Henriques Barbosa diz que o candomblé vê a humanidade como uma grande família e prega a irmandade humana. Esta fé tem suas raízes na República do Benim e segue a linha da tribo de Jêje. “O candomblé depende da natureza, pois todas as nossas divindades estão ligadas a algum elemento da natureza: rio, cachoeira, mar, floresta. Se acabar a natureza, acaba a religião”, diz ele, e continua: "precisamos urgentemente de uma política ambiental urbana, pois muitas árvores sagradas para o candomblé, como a cameleira branca, o dendezeiro e o obizeiro, só são encontradas em casas antigas". Ele ressalta que os ataques verbais e físicos aos yaôs (iniciados) diminuíram depois de promulgada a lei proibindo a intolerância religiosa (lei 11.635, de 27 de dezembro de 2007).


Foto: Larissa Amorim

Água é sagrada para a Umbanda





Edwer Garcia declara que os umbandistas respeitam a natureza porque precisam dela: "é com a água do mar que lavamos o mal e é com as folhas de certas árvores que fazemos osorôs ou curas. A nossa nação é da linha de Angola. A umbanda é um culto de origem africana, mas nascido no Brasil." As cerimônias também consistem de louvores em forma de cânticos e toques de atabaque, como no candomblé, quando podem ocorrer transes, e também podem ser feitas consultas a búzios, que dão origem a “obrigações” - ações que os fieis devem realizar com algum propósito. Todos ligados à natureza, os deuses da umbanda e do candomblé são os mesmos - mas com nomes diferentes -, atesta Edwin.


Padre reafirma importância do diálogo inter-religioso

Foto: Larissa Amorim

O padre Geraldo Marques, da paróquia de Santa Edwiges, em Sepetiba, afirma: "A tolerância é um exercício diante da falta de diálogo. A intenção de muitos católicos é a aproximação com outras religiões, a compreensão e o amor, pois, apesar das diferenças, não se pode nem deve demonizar a religião dos outros". Em confraternização com um representante do judaísmo, o padre fala de pontos em comum entre as duas religiões: "Temos as mesmas raízes". Também dessa paróquia, os padres Geraldo Natalino e o diácono Damasceno marcam presença na Caminhada. Diz Geraldo Marques: "precisamos conversar mais com fieis de outras religiões, nos aproximar mais. Chega de isolamento".




Representante da Federação Israelita deseja melhores votos

Foto: Larissa Amorim

Helio Koifman, vice-presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj), declara: "no Brasil o preconceito é generalizado, mas a integração judaica no país se deu em função da intolerância em outros países. Viemos de muitos lugares e o Brasil nos acolheu". O dia da caminhada vem a ser o Rosh Hashana, dia do ano novo judaico, o ano 5.773, e ele deseja a todos Shana Tová (Feliz Ano Novo). Koifman afirma: "a liberdade religiosa é fundamental para a democracia no Brasil. Sem liberdade religiosa não existe democracia”.



SERVIÇOS

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Sociedade de Cultos Afro Kere Ahoçu-ho Lefan
Rua Iriquitiá, 548, Taquara, Jacarepaguá
Tel: 3342-3964.

Terreiro umbandista
Rua 12, número 2, centro de Piabetá
Tel: (24)9377-1715.

Paróquia de Santa Edwiges
Rua Santa Edwiges, 300, Sepetiba
Tels: 3317-7252 e 9411-9748

Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 680, cobertura,  Copacabana
Tels: 2236-4367 e 9989-2834
hkoifman@hotmail.com



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19 de setembro de 2012

Cerimônia reforça valor da tolerância religiosa

Elos da Diversidade participa da coletiva de imprensa da 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, onde líderes dividiram o pão como gesto de respeito mútuo

Foto: Aline Macedo
Aline Macedo - Antes da 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, ocorrida no último domingo (16), na praia de Copacabana, lideranças religiosas se reuniram no Clube Israelita Brasileiro para partilhar o pão, de maneira simbólica e estabelecer gesto  de respeito mútuo. O evento também reivindicou que a Caminhada, realizada anualmente no terceiro domingo de setembro desde 2008, seja incluída no calendário oficial da cidade.

A Superintendência de Educação Ambiental, através do Elos da Diversidade, um dos braços do programa  Ambiente em Ação, marcou presença na Caminhada com uma ala formada por ambientalistas e lideranças religiosas.

Na coletiva de imprensa, o babalawo Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão Contra a Intolerância Religiosa (CCIR), entidade organizadora da Caminhada,  relembrou o episódio que motivou a criação do grupo, quando alunos de uma escola pública foram impedidos de celebrar as festas de São João pela diretoria. Para evitar situações semelhantes no futuro, a CCIR preparou uma carta compromisso endereçada aos candidatos a prefeito na qual os eventuais signatários se comprometem a garantir o liberdade de expressão das manifestações religiosas públicas.

Foto: Aline Macedo

Os participantes do evento defenderam os mesmos ideais: que todas as crenças tenham o devido reconhecimento e respeito. Candomblecistas, muçulmanos, umbandistas, cristãos (entre católicos, protestantes e kardecistas), judeus, seguidores do Santo Daime e da Fé Baha’i, budistas, maçons, ciganos, hare krishnas e agnósticos saudaram-se e ressaltaram a importância da diversidade.

O representante da maçonaria, Ubiratan Ângelo, comparou o encontro a um prisma, no qual as diversas cores das religiões se unem em uma só. Dom Pedro Cunha, bispo e interlocutor da Igreja Católica, desejou que esse encontro possa ser “uma verdadeira expressão da unidade na diversidade”.



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18 de setembro de 2012

Religiosos conciliam suas crenças com a natureza


Caminhada que ocorreu no último domingo expressou necessidade de tolerância entre as diversas confissões e pela respeito pela natureza, que na opinião de manifestantes, é essencial para a fé


Foto: Marcos Maia

Jade Curvello - Entre judeus, católicos, mulçumanos e religiões de matrizes afro, o componente Elos da Diversidade do programa Ambiente em Ação, da Superintendência de Educação Ambiental (Seam), participou da 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, mostrando que é possível unir religiosidade e conservação ambiental. Afinal, “quem respeita a diversidade religiosa, respeita a natureza”, na concepção dos idealizadores do projeto.


A participação na caminhada foi através de uma ala composta por agentes ambientais e líderes religiosos. O coordenador do Elos da Diversidade, Carlos Frederico Loureiro, ressaltou a importância da consciência entre os que utilizam a natureza para professar a sua fé. “Uma consciência ambiental maior ajuda a evitar e superar os conflitos. A prática mais correta do ponto de vista da conservação é a manutenção das tradições em contato direto com a natureza”, afirmou.


A candomblecista Flavia Coutinho, que também esteve presente na caminhada, acredita ser importante a criação de Espaços Sagrados em Unidades de Conservação. Ela defende o Elos da Diversidade, e acredita que “é necessário que haja uma união entre o governo e os praticantes da religião, para que, dessa forma, a área sagrada tenha sua auto-renovação”.


Carlos Frederico também afirma que há uma compreensão por parte dos religiosos sobre a tentativa de inserção de métodos de oferendas ecologicamente corretas. “Temos tido uma boa aceitação, já que eles entendem que é preciso cuidar da natureza para manter a própria tradição”, encerra o coordenador.  


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Brigadistas são homenageados por luta contra dengue

Carlos Minc entregou certificados para agentes de comunidades que foram treinados por programa de combate à dengue do governo

Foto: Larissa Amorim
Minc entrega certificado a brigadista
Paloma Quintão - Em todos os verões a história se repete: o mosquito transmissor da dengue prolifera rapidamente e causa surtos da doença pelo estado. Porém, a epidemia pode acontecer em todas as estações do ano e, por isso, o combate à doença deve ser mantido. Pensando nessa questão, foi preparado um curso de brigadistas com o objetivo de dar continuidade a essa luta.

Os agentes receberam seus certificados ontem no auditório da Secretaria de Estado do Ambiente, pelas mãos do Secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, da Superintendente de Educação Ambiental, Lara Moutinho, da representante da Divisão da Vigilância de Saúde, Kátia Maria Gomes Pereira, e do representante da Superintendência de Saúde do Trabalhador, Luiz Tenório.

O projeto surgiu a partir da gincana promovida pelo Governo do Estado 10 Minutos Contra a Dengue, que motiva a população a prevenir a proliferação da larva do Aedes aegypti. Ao todo, participaram do treinamento moradores de 15 comunidades pacificadas. A ação foi fruto da integração entre as secretarias estaduais e municipais, essencial para o sucesso dos resultados.

Os moradores das comunidades mostraram que fizeram um bom trabalho, na opinião dos organizadores do evento. A coordenadora das campanhas da Secretaria de Estado do Ambiente, Lourdes Guimarães, acredita que a diminuição dos casos de dengue atingiu uma média de 30%. Se depender do brigadista da comunidade do Tabajara Renato da Silva, o treinamento para a causa continua: - já estou pronto para o próximo curso -, disse ele.

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17 de setembro de 2012

Caminhada reúne membros de diversas religiões

Secretaria estadual do Ambiente participou da Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa em Copacabana com ala composta por agentes ambientais e líderes religiosos


Manifestantes se reúnem em nome da diversidade religiosa

Aline Macedo - Com o lema “caminhando a gente se entende”, a 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa tomou conta da orla de Copacabana, ontem (16). Promovida pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, com diversas outras entidades, o evento saiu do Posto 6, e seguiu de lá até a altura da Praça do Lido, em uma grande confraternização que reuniu, segundo os organizadores, cerca de 210 mil fiéis das mais diversas crenças.

A Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), marcou presença com a ala Elos da Diversidade, núcleo do programa Ambiente em Ação, que visa compatibilizar práticas religiosas e conservação da natureza, atuando com educação ambiental e ações de combate à intolerância religiosa. O programa dirige-se tanto às lideranças religiosas como aos técnicos de áreas conservadas.

Realizado em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro e com lideranças religiosas, o Elos da Diversidade defende a criação de espaços sagrados em áreas protegidas, para preservar tanto os recursos naturais quanto as práticas culturais a eles associados.

Em agosto deste ano, o programa lançou o Projeto Espaço Sagrado da Curva do S, uma parceria da SEA com o Parque Nacional da Tijuca e a Prefeitura do Rio, que vai entregar à cidade um local dedicado às práticas de religiões de matrizes africanas no meio da Floresta da Tijuca. Com entrega prevista para o segundo semestre de 2013, o espaço fornecerá aos religiosos a infraestrutura necessária para que realizem suas práticas de maneira ambientalmente sustentável.

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14 de setembro de 2012

Ambiente em Ação ajuda mutirão a limpar praia

Evento para comemoração do Dia Mundial da Limpeza reúne voluntários, inclusive membros do projeto Ambiente em Ação, para conscientização ambiental


Pina Bastos - No próximo dia 15, sábado, será comemorado mais um Dia Mundial da Limpeza. Pela décima vez, empresas privadas e órgãos públicos de todo o planeta organizarão atividades para coleta de plástico e lixo reciclável em praias e rios. Com os 125 países participantes, a expectativa é que cerca de 35 milhões de pessoas em todo o globo sejam mobilizadas para participarem das ações nos seus respectivos países e cidades.

Para este ano, a novidade no Rio de Janeiro é a participação do Ambiente em Ação, projeto da Superintendência de Educação Ambiental, com a participação de adolescentes, jovens e do líder comunitário do Salgueiro, Leonardo Correa, um dos maiores incentivadores do programa na comunidade.

No Brasil, o Clean Up The World, como é conhecido internacionalmente, teve início em 2003 na praia de Copacabana, com 200 voluntários e 28 mergulhadores. Em 2012, o evento acontecerá em pelo menos 40 localidades distintas de todo o país, que juntas contam com 15 mil voluntários.

Para as ações de limpeza das praias, os voluntários receberão sacolas de plástico reciclado, luvas e uma ficha de coleta, na qual o lixo será quantificado e qualificado, o que possibilitará futuras pesquisas e análises dos resíduos e microlixos encontrados. Além disso, parte do material recolhido irá para cooperativas e instituições de reciclagem.

Com todas essas atividades, os organizadores e idealizadores do evento visam colher o maior número possível de materiais plásticos e recicláveis, bem como aumentar o número de voluntários e conscientizar a população para uma gestão melhor dos resíduos, diminuindo, assim, o impacto ambiental e promovendo a geração de renda.


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13 de setembro de 2012

Ação impede crime ambiental na Barra da Tijuca

O secretário do Ambiente, Carlos Minc, participou pessoalmente da atividade que selou um saída nociva de esgoto in natura em condomínio do bairro

Foto: Marcos Tristão/ O Globo

Victor Vicente - Uma operação realizada pela Coordenadoria Integrada de Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente, lacrou a saída de esgoto in natura do condomínio Vivendas da Barra na lagoa de Marapendi com uma “rolha ecológica”, uma tampa de 50cm de diâmetro que bloqueia a saída de dejetos.

Segundo a Cedae, o condomínio foi notificado em março de 2010 e multado, mas ainda não fez a devida ligação com o esgoto. O secretário de Ambiente, Carlos Minc, considera sem sentido um grande investimento do poder público em saneamento, se os condomínios não se regularizam.
                                                                           

Mascote da Copa de 2014 é espécie ameaçada

A escolha, que representa o Brasil, reforça a visibilidade dos biomas caatinga e cerrado, além de incentivar a preservação desse animal, o tatu-bola



Foto: Divulgação
Jade Curvello e Paloma Quintão - Recentemente, foi escolhido o mascote da Copa de 2014. Como o grande evento acontecerá no Brasil, foi escolhida pelos organizadores uma espécie representante da fauna nacional, o tatu-bola. Com o nome científico de Tolypeutes tricinctus, o animal vive no cerrado e na caatinga, e recebe a palavra “bola” em seu nome usual justamente porque é a única espécie de tatu capaz de se enrolar completamente dentro da carapaça, formando uma bola. Curioso, não é? Mas a triste notícia é que esse animal faz parte do Livro Vermelho da fauna brasileira, relação das espécies que correm o risco de desaparecer. Por isso, é importante saber mais sobre esse mascote.

Tatu-bola corre o risco de desaparecer

Foto: Reprodução Internet
De acordo com o Livro Vermelho dos mamíferos, organizado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e realizado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), esse tipo de tatu é, não só o menor, mas também o menos conhecido. Isso por ser a única espécie desse mamífero endêmica no Brasil, ou seja, se reproduz somente em determinadas regiões, o que impede sua disseminação pelo território brasileiro. Seu habitat natural se resume ao cerrado e à caatinga, e em estados como Sergipe, Ceará e Pernambuco o tatu-bola está praticamente extinto. Esse é um dos fatores da extinção do Tolypeutes tricintus.

Outra causa para o seu desaparecimento é a facilidade da caça ilegal. O bolinha, como é chamado popularmente, não sabe cavar buracos e, por isso, tem dificuldades para se defender. Além disso, a reprodução escassa aumenta ainda mais os efeitos dessa prática ilegal. Como uma fêmea pode ser acompanhada por mais de um macho, na época do acasalamento eles se encontram sempre em grupos, e quando a reprodução ocorre, nasce somente um filhote. Em casos raros, nascem dois bolinhas. Isso propicia a caça, já que se torna possível capturar vários de uma só vez.

Um problema muito comum que atinge não só o tatu-bola, como outros animais, é a destruição do habitat natural. De acordo com informações coletadas no Livro Vermelho, o cerrado está sendo progressivamente devastado devido à produção de soja e cana-de-açúcar, muito comum nessa região. Já a caatinga, assim como o Pantanal, tem o processo de ocupação dificultado pela dinâmica peculiar de seus ciclos hidrológicos, o que contribui para a modificação de sua paisagem.

É possível auxiliar na preservação da espécie

Foto: Portal São Francisco
A melhor forma de começar qualquer processo de conservação é gerar uma consciência ambiental. Para isso, é essencial que se invista em projetos de educação ambiental, voltados não só para crianças, mas também para as pessoas que vivem nas regiões onde ainda é possível encontrar o tatu-bola, com o objetivo de diminuir a caça dessa espécie. A criação de Unidades de Conservação é outro importante aliado para a preservação dos habitats naturais, mas isso não significa que seja preciso encerrar as atividades de agricultura mecânica nessas regiões. O ideal é fazer um equilíbrio entre o desfruto e o cuidado com o ambiente, para que não aconteça com outras espécies o que está acontecendo com o tatu-bola.

12 de setembro de 2012

Caminhada defenderá liberdade religiosa

5ª caminhada pela liberdade religiosa ocorrerá na praia de Copacabana, e contará com a participação do projeto Ambiente em Ação


Pina Bastos - Domingo, dia 16, é o dia da 5ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, com a participação do programa Ambiente em Ação. Venha para a concentração no Posto 6, em Copacabana, às 11h da manhã. É caminhando que a gente se entende. O Ambiente em Ação é uma iniciativa da Superintendência de Educação Ambiental (Seam) com a Secretaria de Estado do Ambiente (Sea).

A meta da caminhada é apoiar a construção coletiva da sustentabilidade ambiental através da articulação, fortalecimento e implementação de políticas públicas direcionadas para questões sociais, culturais e ambientais.


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6 de setembro de 2012

Perereca da Amazônia é transparente

Animal foi descoberto a dez anos em região a cerca de 170 quilômetros de Manaus, próximo a cachoeira no município de Presidente Figueiredo

                                                                                                    foto: Marcelo Lima / Inpa
Carlos Henrique da Silva - Há dez anos, pesquisadores descobriram na Amazônia uma curiosa espécie
anfíbia. Trata-se da “Perereca de Vidro”, cujo nome científico é Hyalinobatrachium iaspidiense e pertence à família Centrolinedae. A forma popular como é conhecida deve-se ao seu aspecto físico, que, devido ao ventre transparente, permite que parte dos órgãos internos possa ser observada nitidamente a olho nu.

A espécie foi descoberta durante um levantamento noturno na área da cachoeira da Onça em Presidente Figueiredo, município do Amazonas, distante 170 km de Manaus. Mesmo após dez anos de estudos, a “Perereca de Vidro” ainda não é muito conhecida no meio científico. Biólogos garantem que o animal possui grande importância para o equilíbrio do meio ambiente, pois se alimenta de insetos e tem como predadores aranhas e serpentes.

A perereca de vidro é uma espécie notívaga, isto é, tem hábitos noturnos. Em relação à forma de reprodução, ela coloca cerca de 20 ovos em folhas sobre a água durante períodos de chuva, geralmente entre os meses de dezembro e maio. Os embriões se desenvolvem por alguns dias, depois os girinos rompem a cápsula do ovo e caem na água, onde permanecem até completarem o seu desenvolvimento.


5 de setembro de 2012

Dia da Amazônia lembra importância do patrimônio ambiental

Amazônia representa cerca de 60% do território nacional, e conta com trezentas e seis Unidades de Conservação


Victor Vicente - O Dia da Amazônia, um dos mais valiosos patrimônios naturais de toda a humanidade, é comemorado internacionalmente nesta quarta-feira (5/9). A floresta abriga em seus 7 milhões de quilômetros quadrados uma biodiversidade sem paralelos, com 40 mil espécies de plantas, incluindo cinco mil espécies de árvores; 427 espécies de mamíferos, 1300 de pássaros e cerca de três mil espécies de peixes.

Abrangendo cerca de 60% do território brasileiro, incluindo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso, estima-se que a Amazônia tenha 30 milhões de habitantes. Seu território se estende, também, para o Peru, a Colômbia, o Equador, a Bolívia, a Guiana, o Suriname, a Venezuela e a Guiana Francesa, sendo a maior reserva natural do mundo e guardando em seu território um quinto das reservas de água doce disponíveis para os homens.

A Amazônia é responsável, em grande parte, pelo equilíbrio da natureza no planeta, mas suas riquezas são constantemente ameaçadas pela extração ilegal de madeiras, minérios e pela caça ilegal de animais, muitas vezes em risco de extinção. Para a preservação da maior floresta tropical do mundo, existem, no bioma, 306 Unidades de Conservação (UCs), das quais 95 recebem recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).


4 de setembro de 2012

Ibama estabelece normas de uso de pilhas

A partir de agora fabricantes são obrigados a informar, nas embalagens e manuais, sobre regras para o descarte desses produtos


Carlos Henrique da Silva - O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama) estabeleceu, neste dia 4, por meio da Norma Instrutiva número 8,
uma série de regras sobre a fabricação, o uso e descarte de pilhas e baterias.
A decisão prevê algumas condições para o descarte, transporte, reciclagem e o
acondicionamento desse material. O documento também submete os fabricantes
e importadores a elaborarem anualmente um relatório que informe sobre os
procedimentos adotados durante o processo.

Com isso, os fabricantes também terão que informar, nas embalagens e manuais
de pilhas e baterias, sobre a adaptação às novas regras estabelecidas pela
norma. De agora em diante, o material em questão terá que ser descartado
em coletas seletivas próprias, e jamais em lixos comuns. O texto ressalta, também,
a necessidade de utilizar elementos simbólicos para sinalizar os locais
proibidos ao descarte de pilhas e baterias. A letra “x” sobre uma lixeira, por
exemplo, indica a inadequação desse recipiente para receber o material.

Estudos já comprovaram que algumas substâncias contidas nas pilhas e baterias
–mercúrio, cádmio, chumbo, zinco-manganês e alcalino-manganês – são
responsáveis por doenças graves como anemia, problemas neurológicos e até o
desenvolvimento de câncer.

A Norma Instrutiva número 8 está publicada na Seção 1, páginas 153 e 154
do Diário Oficial.


3 de setembro de 2012

Festival mostra filmes de cunho ambientalista

O evento conta com 13 longas, de vários países, e acontece no Rio entre os dias 31 de agosto e 6 de setembro

Victor Vicente - Em meio ao cenário de discussões e debates sobre o ambiente, acontece no Rio de Janeiro, o Festival Internacional do Audiovisual Ambiental, que reúne produções nacionais e internacionais voltadas, especificamente, para as questões ambientais.

O Filmambiente, em sua segunda edição, busca contribuir principalmente para a ampliação do conhecimento e da consciência sobre as mudanças comportamentais necessárias para a preservação da vida no planeta, desde as mudanças individuais até as do poder público e privado. Criando, através do melhor da produção audiovisual, um panorama de ideias e ações para que o público possa chegar em suas próprias conclusões sobre as questões ambientais.

 O festival conta com 13 longas e 17 curtas que foram selecionados dentre mais de 300 títulos de 17 países. Ele acontece no Rio de Janeiro de 31 de agosto a 6 de setembro de 2012. 


31 de agosto de 2012

Polícia Ambiental patrulhará Parque Estadual da Pedra Branca

O governo está investindo no turismo e no combate às atividades ilegais praticadas dentro dos limites da reserva 

Carlos Henrique da Silva - Neste mês de agosto, uma Unidade de Polícia Ambiental (Upam) foi criada para patrulhar o Parque Estadual da Pedra Branca, a maior reserva ambiental urbana do mundo. Já nos primeiros dias de atuação, a unidade recolheu 19 cavalos, apreendeu 14 armas e farto material de caça, além de munições de diversos calibres. Um foco de incêndio ocorrido recentemente também pôde ser controlado graças à ação de parte dos 38 policias da Upam e com o apoio de guardas-parque.

Todo esse investimento visa garantir a segurança do Parque e, principalmente, a dos seus visitantes. Com isso, o governo estadual tem a expectativa de que aumente o ecoturismo na região, já que nos próximos anos, o Rio de Janeiro estará nas vitrines internacionais como sede dos principais eventos esportivos do mundo.

Para garantir o sucesso do projeto, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) destinará, até janeiro de 2013, mais 25 guardas-parque para trabalhar em conjunto com os policiais da Upam, que também conta com o apoio de bombeiros-militares. Outra iniciativa é a criação de um novo guia para as 30 trilhas do Parque que será disponibilizado para download no site do Inea. 

                                                                                              Foto:  Halley Oliveira

29 de agosto de 2012

Terreiro do Rio faz oferenda sustentável

Religiosos substituem suas oferendas regulares por variedades ecologicamente sustentáveis, como as frutas

Carlos Henrique da Silva - O Terreiro de Santíssimo trocou as louças e os pratos típicos de oferendas aos orixás por produtos que não causam danos à natureza. Na produção dos despachos sustentáveis, os umbandistas de Santíssimo agora utilizam frutas, flores e folhas verdes largas e resistentes, como a de bananeira, mamona e gameleira. As folhas servem de recipiente para abrigar o material ofertado aos orixás. Para os praticantes da umbanda, a energia das oferendas continuará sendo absorvida pelo orixá, que também não ficará mais com sua casa (a natureza) suja, como acontecia antes.

No Terreiro de Santíssimo, as oferendas são enterradas 
e usadas para enriquecer o solo. (Foto: O Globo Zona Oeste)
Em favor da natureza, os dirigentes da Tenda Espírita Caboclo Flecheiro decidiram tirar de sua mesa de oferenda iguarias como o acarajé de Lansã e a “flor de milho” – a pipoca. A partir de agora, eles também farão uso de frutas e flores. Para os membros do centro Espírita, da mesma forma que cada orixá tem seu tipo de comida, tem também de fruta.

Diante dessas questões, a Secretaria de Estado do Ambiente estuda a possibilidade de abertura de uma área sustentável para os religiosos realizarem suas oferendas no Parque Estadual da Pedra Branca, em Realengo. O Parque Nacional da Tijuca já vive essa experiência desde o dia 03/08, quando foi lançado pela Secretaria do Estado de Ambiente o Projeto Espaço Sagrado da Curva do S. Esse é o primeiro espaço regulamentado para a prática de rituais de religiões afro-brasileiras, que contará com uma infraestrutura que possui guaritas e cancela, totens de sinalização, coletores e central de tratamento de resíduos religiosos, com composteira, aterro e área de separação dos materiais para reciclagem.


24 de agosto de 2012

Secretaria do Ambiente inaugura curso em escolas do Rio

Aula inaugural do curso de rádio acontecerá neste sábado em dois colégios do Rio e um de Niterói promovida pelo projeto Nas Ondas do Ambiente

Maycon Santos - Rádio também se aprende nas escolas. Neste sábado, dia 25 de agosto, a partir das 8 horas, os alunos dos colégios estaduais Antonio Houaiss, no Méier; Freire de Andrade, na Penha, e Aurelino Leal, em Ingá, Niterói, iniciam um curso de capacitação em técnicas radiofônicas, com duração de 40 horas.

Promovido pelo Nas Ondas do Ambiente, programa de educomunicação da Superintendência de Educação Ambiental - órgão da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro (SEA) -, o curso oferece conteúdo de radiojornalismo, história do rádio, redação, técnicas de reportagem e locução. Depois disso, são dadas aulas de acompanhamento durante um sábado por mês.

Com o conhecimento adquirido, os cursistas passam a produzir, pelo menos, dois programas por semana, cada um com cerca de dez minutos. Esses programas são veiculados nas escolas durante a hora do recreio e no site da SEA e nas mídias sociais do Nas Ondas do Ambiente

As outras aulas do curso serão realizadas nos dias 1º, 15 e 22 de setembro, 6 e 20 de outubro, 10 e 24 de novembro, e 1 e 8 de dezembro.